Ideias e Motivações não têm idade
Idosa de 102 anos salta de paraquedas e realiza sonho.
Uma idosa de 102 anos acaba de realizar um dos sonhos da vida dela. A veterana da segunda guerra mundial Viviani Millie Bailey saltou de paraquedas. Foi uma emoção! Comemorou a tenente aposentada. O salto foi em Maryland, nos EUA, pela Skydive Baltimore. A empresa comemorou a conquista de Millie com um post no Face book. Foi descoberto que a primeiro tenente Vivian Millie Bailey, 102 anos, veterana da segunda guerra mundial, que foi homenageada por dois presidentes em exercício, tinha um sonho guardado em sua lista de desejos, fazer um salto de paraquedas como o presidente George Bush fez quando tinha 75,80,85 e 90 anos, escreveu a imprensa em seu post. Hoje tivemos a honra e o privilégio de ajudar a tornar esse sonho realidade! Parabéns Sra. Bailley continuou Skydive Baltimore. A imprensa postou duas fotos da centenária caindo do céu e depois que ela pousou.
Valeu a pena: Bailey disse a CBS WIZ que o salto valeu a pena. Eu sempre pensei que seria uma emoção, contou a idosa. Em um ponto, quando estávamos caindo no ar, eu me senti como se estivesse sozinha. Eu pensei: Para onde foi o paraquedista? Brincou.
História: A conquista marcou mais um momento memorável em uma vida que já era emocionante. Ela nasceu em 1918 em Washington D.C. Em 1942 ingressou no Exército Auxiliar Feminino dos Estados Unidos e se aposentou em 1975. Depois disso começou a fazer serviços comunitários no Condado de Howard, onde atua há 50 anos ajudando pessoas, bancos de alimentos locais e escolas, para as quais ela arrecada US$ 10.000 anuais. ¨Tento todos os dias fazer algo por outra pessoa¨ contou Bailey. ¨Estou profundamente feliz e me sinto abençoada por ter sido capaz de fazer tudo o que fui capaz de fazer.
Outro sonho: E ela revela que ainda tem desejos para realizar. O próximo ela espera que seja um encontro com a ex primeira dama Michele Obama
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¨Não me formei para pendurar diploma no cabide¨, diz idoso de 74 anos recém-formado em Arquitetura¨.
Natural de Trairi, Francisco Alves Cordeiro quer aplicar o que aprendeu no ensino superior para fomentar a rede hoteleira cearense.
Há quatro anos com os filhos crescidos e a aposentadoria aprovada, o técnico em edificações Francisco Alves Cordeiro, de 74 anos resolveu aproveitar o tempo livre para resgatar um desejo antigo: entrar no ensino superior. Por isso, o aposentado ingressou no curso de Arquitetura e Urbanismo, em uma faculdade particular de Fortaleza. A conclusão aconteceu no fim de agosto de maneira remota e, agora, ¨Seu Cordeiro¨ faz questão de apresentar a titularidade recém conquistada. ¨Sai arquiteto e urbanista¨, conta. Do dia da formatura, o novo arquiteto coleciona registros. Tenho tudo salvo. Minha foto do juramento, meu projeto de conclusão. O diploma ainda não tenho porque foi muito recente, mas vai chegar logo, explica. O documento é muito esperado e o aposentado garante que não será para enfeite¨. Não me formei para pendurar diploma no cabide¨. Eu já estou desenvolvendo projetos, garante.
Destino: Não é a primeira vez que o aposentado investe na carreira de arquiteto. Ainda jovem, nos anos 1970, ele foi selecionado para o curso de Arquitetura na Universidade Federal do Ceará (UFC), mas não seguiu os estudos. ¨Falta de tempo¨, justifica. ¨Na época, eu tinha emprego. E era um curso muito puxado e você precisa estar disponível de dia, de tarde e de noite. Trabalhando não tinha como. Na época, Seu Cordeiro estava entre os funcionários do Banco do Nordeste. Passei em um concurso público, superconcorrido depois de muito estudar. Cheguei em Fortaleza ainda menino para isso, para investir na educação, conta. Ele, que é natural de Trairi, veio para a capital com um empurrão do destino. Um empresário estava devendo uma certa quantia ao meu pai, que era comerciante. Estava demorando muito de pagar. Nisso, minha mãe fez uma sugestão: Leve meu filho para morar com você em Fortaleza para estudar. Assim cheguei aqui relembra o aposentado. Pela estrutura da família que o recebeu ¨bem de vida¨, Cordeiro estudou em diversas escolas prestigiadas. ¨Concluí o ginásio. Estudei no Liceu do Ceará, depois ingressei na Escola Técnica no curso de Edificações. Passei mais de 10 anos morando com essa família, conta. A dívida, brinca o idoso, nunca foi paga. Que eu saiba, ele nunca pagou papai. Mas o que ele fez por mim não tem preço. Sou muito grato a toda família pela oportunidade e sei a diferença que fez na minha vida, confessa.
Novos Olhares: Com a experiência adquirida e vontade de levar o conhecimento para a cidade natal. Cordeiro já projeta os próximos passos da carreira.
¨Meu foco é o turismo no Litoral Norte, nos arredores de Trairi. Meu objetivo é urbanizar aquele espaço. A praia de Flecheiras, bem próxima, recebe mais visitantes, que Jericoacoara, com muita gente rica. Quero investir no Trairi, na rede de turismo, senão ele será engolido por Flecheiras, aponta. O arquiteto até pensa em usar a proposta de uma intervenção como trabalho de conclusão de curso, mas pelo porte do material, optou por trazer uma estrutura hoteleira menos aprofundada. É um trabalho que exige uma estrutura, um estudo. Não daria para colocar em seis meses, que era o tempo de trabalho que eu tinha na faculdade. Eu faço com muito carinho. Quero promover o meu lugar, explica. Além da vontade de dedicar ao turismo e empreendimentos da rede hoteleira. Cordeiro também investe em projetos de moradias com preço acessível. ¨Essas casas eu vou fazer pela minha região. Casas populares, com possibilidade de receber famílias, com renda de R$ 2 mil. Minha intenção é construir duas casas por mês. É uma opção de investimento viável, explica.
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¨Chefes dos Pobres¨ vovô de 90 anos cozinha todos os dias para pessoas em situação de rua, em Roma.
Há 15 anos, Dino Impagliazzo foi parado por uma pessoa em situação de rua, que lhe pediu um café. Ele tentou levar o homem em um restaurante, mas o local não permitiu a entrada deles. Então Dino foi até em casa, fez diversos sanduiches e voltou para distribuir para todos os sem tetos que estavam ali. E desde esse dia ele não parou mais. E foi a partir desse dia que Dino iniciou seu trabalho solidário. Ele não queria que o gesto fosse ocasiona, então começou a espalhar a ideia para amigos e familiares, para tentar reunir o máximo de pessoas no projeto social. Dino diz que lembra de um acontecimento no dia em que foi comprar os pães para os primeiros sanduiches. Na hora comprei muitos pães para poder recheá-los para os sem tetos, e o padeiro percebendo essa quantidade, me perguntou para quem eram. Respondi que os sanduiches eram para os sem teto que moram perto da estação Tuscolana e que a gente alimenta. Desde então, o comerciante oferece-nos pão grátis para os nossos pobres e tem sido nosso colaborador próximo desde então. São os pequenos milagres que acontecem todos os dias, mas que vem da Providência. E depois de um tempo, Dino não estava mais sozinho. Quando a sua ideia se espalhou, vários voluntários surgiram, querendo ajuda-lo. E de distribuição de alimentos na rua, ele conseguiu abrir a própria associação. Hoje Dino conta com 350 voluntários, e serve mais de 27.000 refeições por ano. Mesmo com 90 anos e uma equipe inteira disponível esse homem incrível não abandonou a sua missão. Ele é conhecido ¨o chefe dos pobres¨. Todos os dias, Dino coloca o seu avental e cozinha para as pessoas carentes de Roma, na Itália. Ele diz que além de refeição, ainda quer poder oferecer serviço de médico e habitação para os que não tem. E a bondade de Dino o levou até o Papa Francisco, que fez questão de cumprimenta-lo pessoalmente. Sobre a sua missão, ele comenta: Cada pessoa que conheço é única e especial. E por isso que me esforço para fazer mais e mais.
Que belo exemplo!
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Bibliotecário lê livros por telefone a vovôs e vovós em casas de repouso na Espanha.
Tem umas pessoas que a gente quer guardar em um potinho mesmo!
O Juan Sabrino aqueceu meu coração hoje!
Ele é bibliotecário em Soto del Real, Madri, na Espanha. E durante essa pandemia, ele tem feito algo incrível! Juan liga, todos os dias, com um imenso sorriso no rosto, para idosos da cidade, somente para ter um momento de leitura com eles. Isso tem ajudado muitos os vovôs e as vovós que se sentiam sozinhos, por causa do isolamento. O hábito de ler para idosos não é algo recente para Juan. Desde 2015 ele visita as casas de repouso da cidade, promovendo rodas de leituras com os idosos internados. Com a pandemia, essas visitas precisaram parar. E foi quando Juan teve a ideia de começar as ligações. Inicialmente ele fazia isso sozinho, mas hoje já conta com um time de bibliotecários. O projeto até ganhou um nome: ¨Cuentos por telefono¨ (Contos por telefone em espanhol). ¨Pensei nos idosos, que são os mais vulneráveis à Covid 19 e que não podem sair de casa com frequência, e também naqueles que estão em lares de cuidado especial e não podem receber visitas de familiares ou amigos, conta Juan. Juan disse que o projeto também ajudou os idosos de abrigo. Antes, as visitas aconteciam apenas uma vez por mês. Agora ele pode ligar toda semana para promover a roda de leitura, só que individual. Eles ainda conseguiram montar um esquema onde cada voluntário fale sempre com a mesma pessoa, com o intuito de criar um vínculo afetivo. Desta forma, além da leitura, eles também ajudam os idosos em conversas.
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Jovens compram 35 toneladas de alimentos para quem precisa e fortalecem comércio local.
Jovens compram 35 toneladas de alimentos para quem precisa e fortalecem comércio local. Uma turma de jovens do distrito de São José da Mata (PB) está fazendo a diferença em meio à pandemia no quesito consciência e solidariedade. A Associação de Juventudes, Cultura e Cidadania (AJURCC) deve doar 1.500 cestas básicas para grupos vulneráveis até o fim do período. Até o momento, eles já conseguiram levantar R$ 10 mil em doações e fizeram a entrega de mais de 300 cestas básicas e 180 cestas de produtos agroecológicos, totalizando 8 toneladas de alimentos. Também já foram distribuídas mil máscaras, 600 litros de leite, e 150 kits de higiene. Além de ajudar a quem precisa, o grupo também realiza as compras no comércio local para consolidar os pequenos negócios e as máscaras são produzidas por pessoas da comunidade, que recebem para isso, e assim, tem uma renda garantida nesse momento difícil. São cerca de 20 voluntários atuando na aquisição, organização e distribuição de cestas e kits de higiene, fazendo o cadastro, produzindo matérias de comunicação e informação, dirigindo, confeccionando máscaras. É muito bonito ver a juventude engajada em ações humanitárias. Ajudando outras pessoas, buscando amenizar os efeitos do Covid19, principalmente entre os mais pobres. Isso nos traz esperança de um futuro melhor mesmo em tempos tão difícil. Além das comunidades carentes e ajudar pessoas em vulnerabilidade, os jovens também estão contribuindo com empregadas domésticas e se associando a outras entidades para ampliar o projeto. O grupo recebeu doações de álcool em gel do IFPB e está firmando uma parceria com a Fiocruz para ampliar ainda mais as ações de prevenção à Covid19 nas comunidades.
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Vovó de 96 anos conclui ensino médio e quer continuar estudando para a faculdade
Vovó de 96 anos conclui ensino médio e quer continuar estudando para a faculdade. Agora, depois de terminar o ensino fundamental e médio, a avó mexicana Dona Lupita entrou no ensino médio em busca de seu sonho. Existem histórias extraordinárias que inspiram outras pessoas. É o caso de Lupita, que aos 96 anos, e depois de trabalhar para sustentar a família conseguiu retomar os estudos para aprender a ler e escrever. Lupita obteve o ensino fundamental e médio e mostrou que quando as coisas são feitas com o coração, tudo é possível. Lupita é da comunidade Vicente Guerrero em Chiapas, uma das mais humildes do México. É a mais velha de cinco irmãos e não pôde ir à escola porque seus pais acharam que era uma ¨perda de tempo¨. A pobreza impedia a de ir à escola quando criança, pois tinha que ajudar a família no campo. Como adulta, ela viveu do comércio de frango no mercado e criou seus filhos. Com 92 anos aprendeu a ler e escrever graças a um programa de alfabetização, já posso escrever uma carta para meus namorados, diz ela com humor. Em menos de quatro anos, ela concluiu o ensino fundamental e médio. Não há ninguém que impeça, Dona Lupita, que agora estuda o ensino médio com alunos 80 anos mais jovens que ela. Um ótimo exemplo a seguir. A história de Lupita é a de uma mulher que lutou para sustentar a família e não esqueceu seus sonhos. ¨Não pense que aqui em Chiapas, as pessoas vivem na glória. Aqui você tem que ir trabalhar para ter o que comer¨, comentou Lupita. Aos 96 anos já sabe escrever, ler e busca que sua história inspire outras pessoas a continuar aprendendo. Ela é o exemplo para seus seis filhos, dezenas de netos, bisnetos e tataranetos. Agora ela quer terminar o ensino médio. Lupita quer continuar estudando. É assim que ela explica à várias mídias que se interessaram por sua história. Vários meios de comunicação cobriram seu primeiro dia de ensino médio em 2018 e sua experiência serviu para inspirar mais pessoas a estudar, ¨Eu me sinto bem como você me vê¨. Como digo, aos poucos estou aprendendo a ver como posso servir nesta terra santa aos 96 anos; comentou com um sorriso no rosto e acenando com o dedo em aprovação. Rindo, ela se mencionou: ¨ Ninguém vai me dar trabalho, mas se eu for abusada (alerta) posso fazer algo de bom¨. Só quero continuar estudando para continuar conhecendo as leis da vida, comentou Lupita. Aos 96 anos, ela aprendeu a ler e escrever. Lupita e sua história inspiram a todos a atingir nossos objetivos: terminar a tese, se formar, seguir em frente.
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Solidariedade do Rotary Club.
Rotary Club do leste africano estão fornecendo alimentos e tanques para lavagem das mãos onde poucos podem se dar ao luxo de manter o distanciamento social. Quase 80% da população de Nairóbi, no Quênia, mora em assentamentos, onde pode haver mais de uma família sob o mesmo teto. Elas sobrevivem com o pagamento minguado que seus membros recebem trabalhando em obras em lojas ou como empregados domésticos. É comum oito pessoas dividirem um espaço minúsculo. Resumindo: o distanciamento social é algo impossível para os quenianos menos favorecidos. ¨ Se a pandemia chegar aqui, como aconteceu na América do Norte e em outros lugares será catastrófico por causa da impossibilidade de praticarmos o distanciamento social¨, afirma Geeta Manik, do Rotary Club de Muthaiga, no Quênia, e curadora eleita da Fundação Rotária. ¨Estamos tomando várias medidas preventivas para manter o vírus longe daqui. Logo após a Organização Mundial da Saúde decretar que a Covid19 é uma pandemia, Joe Otin, governador do Distrito 9212 (Eritréia, Etiópia, Quênia e Sudão do Sul) formou uma equipe, presidida por Joe Kaman, do Rotary Club de Nairobi-East, para trabalhar com os clubes do distrito no fornecimento de alimentos e tanques para lavagem das mãos, além de arrecadar fundos para a compra de equipamentos de proteção pessoal. ¨O mundo precisa do Rotary agora mais do que nunca¨
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Solidariedade S/A
Solidariedade S/A: doação de testes de covid19 para asilos e de equipamentos para hospitais. O Rotary, organização humanitária internacional, destinou R$ 2 milhões para testagem da nova corona vírus em quase dez mil pessoas em asilos de vários estados. Empresas e organizações no Brasil, estão tentando ajudar o país a atravessar a crise na saúde. A organização também doou dez camas com comandos elétricos e um aparelho de raio X digital para o hospital estadual de Ponta Grossa, no Paraná. Hospitais de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul e de Mato Grosso receberam equipamentos de proteção individual, como máscaras do tipo N95, aventais, óculos e outros itens. No total, o Rotary já distribuiu mais de R$ 8,5 milhões para ações contra a Covid19 por meio de doações de associados e da Fundação Rotária. ¨Nós estamos capilarizados em todas as comunidades brasileiras. Então, a nossa missão é ajudar no combate à Covid19. É fundamental que o Rotary não fique omisso nesse momento de pandemia, diz o diretor do Rotary para a América do Sul, Mário César de Camargo.
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A vida da grande dama da Yoga.
A vida da grande dama da Yoga. Aos 86 anos, Maria José Marinho continua dando aulas, cursos e palestras e atendendo. Pode-se dizer que a angustia e a depressão foram a redução da iogue terapeuta, e mestre de Reik Maria José Marinho, que aos 86 anos continua com sua rotina de trabalho inalterada, começando a atender as 7 horas da manhã e terminando sem hora certa. É conhecida como a grande dama da ioga, pela Yoga Internacional Taches Association da Austrália. Na década de 60, tinha um casamento feliz, três filhos, uma posição social e financeira confortável, mas sentia uma tristeza sem fim. ¨Em 1965, levada por minha irmã, fez minha primeira aula de yoga com o professor Caio Miranda que, após escutar minha história, aconselhou que eu mudasse minha vida. Disse que primeiro iria curar-me e que depois me transformaria em uma professora de ioga. Ele foi o meu primeiro e grande mestre. Quando ele morreu, perdi meu ponto de referência, relembra Maria José. Anos mais tarde, já casada com Pierre Will, psicólogo, educador e escritor francês, visitou a Índia pela primeira vez. ¨Viajar para esse país nos proporciona uma riqueza de experiências, mas, para saber percebe-las, é preciso estar de olhos, ouvidos e coração abertos, conta Maria José¨. Fiz 11 viagens para a Índia, três para o Tibete, quatro para o Nepal, além de Butão, Tailândia e Sri Lanka. Busquei o conhecimento, a sabedoria dos mestres iluminados e o que recebi em troca foi muito além do que podia imaginar, relembra. A professora diz que não criou nada, penas ensina para as pessoas o que aprendeu com os mestres. Há 55 anos mantenho a mesma linha de trabalho, a ioga clássica. Já formei mais de 800 professores de ioga e atendi mais de 40 mil pessoas. O pouco que sei aplico em minha vida, e entendi que quanto menos desejo, menos sofro. Peço ao plano divino o que tenho por direito divino ensina.
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Vovó das coxinhas
¨Superação¨ Vovó das coxinhas que se reencontrou com a pandemia ganha Ceia de Natal para celebrar com as netas. A vovó loca conquistou o coração de muita gente este ano com as coxinhas de frango que só ela sabe fazer e um carisma que a gente ama. Mas quem hoje vê a dona Fabíola Maia cheia de vida talvez não imagine que ela viveu dias angustiantes antes de se tornar uma das vovós mais amada do Brasil e um empreendedora de sucesso. Ela foi convencida a deixar sua casinha no interior de Minas Gerais para ir morar próxima da família em Belo Horizonte., por causa da pandemia. Mas vovó loca não via a hora de voltar para o seu cantinho. É que ela passava tempo demais dentro de casa sem ter muito o que fazer. Foi então que as netas Bárbara e Brenda incentivaram a vovó a fazer coxinhas par manter a mente ativa e deixar o tédio. Eis que num domingo à noite vovó loca liga para Bárbara dizendo que tinha feito 400 coxinhas e que a neta teria que vender tudinho. Bárbara fez um post no seu Instagram divulgando as coxinhas e vendeu muito mais: 500 coxinhas. As netas decidiram criar um perfil da vovó loca, sabendo que poderia ter mais gente querendo provar as coxinhas deliciosas da vovó. Vai, e não é que tinha mesmo? Não demorou muito para a vovó loca bombar na internet, e recebeu pedidos de coxinha, um atrás do outro. O perfil acumula mais de 60 mil seguidores, ou netinhos como vovó loca gosta de dizer. ¨Para mim, é um prazer ver uma pessoa comer uma coisa e gostando! Tudo o que eu faço, eu faço com muito carinho e muito amor¨ Vovó Loca tem 91 anos, mas acorda as 5 horas da manhã para fazer coxinha, porque se sente viva fazendo isso, sabe? Ela renasceu na coxinha e o apoio das netas foi fundamental neste processo.
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Vovó das tortas.
Idosa de 89 anos faz tortas na pandemia para alimentar necessitados. Com ela não tem idade, nem doença. Aos 89 anos Dona Flor Osborne faz tortas para alimentar necessitados na pandemia. Essa senhora é uma verdadeira inspiração. Mesmo com as dificuldades físicas e com problema de saúde, ela já assou mais de 100 tortas para ajudar pessoas que ela sequer conhece. Flo faz as tortas artesanais com todo carinho e manda para uma instituição para que sejam distribuídas a pessoas em situação de vulnerabilidade. Ela mora em um abrigo na Inglaterra. Encantada com a iniciativa e a gentileza da senhora, Lês Nicoll compartilhou uma foto de Flo Osborne no face book para contar a todos sobre a boa ação e homenagear a idosa. Ela escreveu: ¨Durante o confinamento e depois, em sua pequena cozinha, em várias ocasiões Flo cozinhou até 20 tortas maravilhosas de frutas ou carne. Foram mais de 100 no total para distribuirmos entre os vulneráveis e os idosos por meio de nosso serviço de refeições quentes nos centros comunitários, escreveu. Lês Nicoll explicou a forma artesanal como dona Flo faz as tortas e os recheios no minúsculo forno que tem em casa. ¨Acredito que é um ato notável de gentileza comunitária, também uma grande vitória sobre a vida e a suposta enfermidade (da dona Flo), contou. Lês fez o post para dar visibilidade ao trabalho tão generoso da idosa. Ela queria que dona Flo fosse reconhecida pela mídia local pelo trabalho que presta a comunidade. A reportagem da TV NEWS foi ver como a idosa faz a torta que todos elogiam e saiu de lá com mais perguntas do que respostas. É que ela não tem nada anotado. Faz todas as receitas de cabeça. Flo disse que se inspirou a assar as tortas depois de ver sua mãe, quando criança. Agora a idosa está conhecida na cidade. Ela chega a ser parada na rua por estranhos que a reconhecem como ¨A senhora da torta¨.
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Ações do Rotary Club.
Rotary Club promove ações para o combate a pandemia. Tendo em vista as necessidades financeiras pelas quais passam vários cidadãos são carlenses, devido a pandemia da nova corona vírus, o Rotary Club, e o Fundo Social de Solidariedade estão promovendo uma ação conjunta para arrecadar e distribuir alimentos e produtos de higiene para a população mais carente. ¨Nenhuma criança deve ir para a cama com fome¨ a campanha visa arrecadar alimentos, produtos de higiene e limpeza. Todos as doações serão distribuídas ao Fundo Social de Solidariedade, que as enviará para famílias carentes. Rotary Club de Bernardino de Campos faz doação de bolachas e biscoitos para a Unidade de Oncologia. A solidariedade tem sido um grande diferencial por parte da população de Ourinhos e região nesse momento em que o país enfrenta uma pandemia de corona vírus. O Rotary Club de Bernardino de Campos, por meio do Sr. Silvio Berceli, fez a entrega de doações de bolachas e biscoitos para a Unidade de Oncologia da Santa Casa de Ourinhos. Os produtos foram doados pelos membros do Rotary Club e também por meio da campanha junto à população local. A unidade de Oncologia da Santa Casa de Ourinhos agradeceu mais este gesto de amor e solidariedade do Rotary Club e da população de Bernardino de Campos. São gestos como esses que contribuem para que possamos oferecer um acolhimento cada vez mais humanizado aos nossos pacientes.
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Serenata em Lar dos Vovôs.
Sem poder receber visitas, idosos ganham serenata em asilo de Rio Verde. Em meio a pandemia, voluntários montaram palco improvisado do lado de fora do abrigo para presentear os internos. De dentro do asilo, moradora acompanhava a música cantando e tocando violão. Sem poder receber visitas por causa da corona vírus idosos ganharam de presente uma serenata, feita de voluntários em um asilo de Rio Verde, região sudoeste de Goiás. Para que não houvesse contato, um palco improvisado foi montado do lado de fora da unidade. Os internos acompanharam a apresentação do lado de dentro, separados pelas grades do muro. O ¨show¨ aconteceu na Associação Beneficente André Luiz Lar dos Vovôs. No repertório, clássicos da música sertaneja. Dentro da instituição, os idosos se sentaram na varanda para poder acompanhar a homenagem. Uma das moradoras chamou atenção. Sentada em uma cadeira de rodas, ela tocava violão e cantava acompanhando as músicas.
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¨Conforto para dormir e um dia para curtir¨
Corredora celebrará 50 anos com ação que ajudará idosos de Contagem (MG). Para comemorar seu aniversário de 50 anos a terapeuta ocupacional Ellen Andrade criou o projeto ¨Conforto para dormir e um dia para curtir¨ que visa arrecadar doações para idosos do Lar Maria Clara, de Contagem na região metropolitana de Belo Horizonte/MG. Ellen trabalha há 10 anos na instituição onde auxilia idosos em situação de vulnerabilidade social. A população pode doar colchões ou itens de necessidade básica. A iniciativa pretende arrecadar 60 colchões para os idosos do lar, além de itens como pomadas, fraldas e biscoitos. A maioria dos moradores do ¨Lar Maria Clara não tem familiares e depende de doações para viver
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¨Veterano da Segunda Guerra Mundial arrecada E32 milhões de libras contra Covid19¨
Um veterano da Força Aérea Real britânica resolveu comemorar os 100 anos de idade de uma maneira diferente. No início de abril, o Capitão Tom Moore, lançou uma campanha de arrecadação de fundos para o Serviço Nacional de Saúde inglês (NHS) aí dar 100 voltas caminhando em seu jardim para marcar o centenário. O capitão da RAF estipulou como meta arrecadar mil libras no site Just Giving, uma plataforma de levantamento de fundos, via doações para ajudar profissionais de saúde durante a pandemia pelo novo corona vírus. O objetivo foi atingido em menos de 24 horas, e Moore resolveu estender o desafio por mais 200 voltas. No dia de seu aniversário, na última quinta-feira, o ex-oficial britânico já conseguiu arrecadar mais de 32 milhões de libras com a contribuição de 1,5 milhão de pessoas, entre elas, figurar famosas, como membros da família real.
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¨Programa de rádio transforma idosos de asilo em DJS amadores.
Se o isolamento social está difícil para você, imagina para os idosos que vivem em casas de repouso e asilos Brasil afora. Manter-se ocupado e fugir do tédio é muito mais desafiador. Pensa, como eles são os mais vulneráveis da Covid19, não podem receber visitantes. Assim, os momentos de solidão passam a ser cada vez mais comuns nesta nova realidade. Olha só como funciona: os residentes podem ligar para o programa para solicitar ou dedicar músicas a alguém. Além disso, também podem enviar mensagens e histórias gravadas para serem reproduzidas durante as transmissões. Quem quiser controlar a playlist e ser um ¨DJ residente¨, pode ligar para um número e solicitar a reserva de um horário.
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¨Tia Conça criou instituição beneficente há 28 anos
Tia Conça diz, continuarei com essa missão até não poder mais falar, resume sua missão. A técnica de enfermagem aposentada Maria Conceição Macedo de 72 anos, lembra como se fosse hoje do momento em que se deparou com dois pacientes abandonados pelas famílias na enfermaria do Hospital Roberto Santos, em Salvador, no final dos anos 80, por serem portadores do chamado vírus HIV, a época recém descoberta por pesquisadores. Comovida, a então funcionária novata da unidade médica decidiu alugar uma casa com recursos próprios para abrigar os doentes-um jovem de 18 anos, que era travesti, e um homem de 30 que não sabiam do paradeiro dos parentes. Conceição diz que o episódio não sai da memória, quase três décadas depois, pelo fato de os dois terem sido os primeiros dos hoje 850 portadores da doença entre eles 70 crianças. A baiana que passou a dedicar a vida a crianças, jovens e adultos carentes infectados com HIV é fundadora de uma instituição beneficente que leva o seu nome e virou até tema de um livro, que reúne depoimentos de amigos sobre sua trajetória de vida. A obra, é intitulada ¨Tia Conça, A nossa senhora Conceição.
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¨Em meio a pandemia italiana celebra 111 anos de vida¨
Uma das mulheres mais velhas da Itália, Maria Oliva, completou 111 anos, e festejou a data apenas com sua filha e o neto com quem vive por conta da pandemia da nova corona vírus. Marietta, como prefere ser chamada, mora desde a infância na cidade de Piazza Armerina, na província de Enna na Sicília, e já derrotou a gripe espanhola, que contraiu ainda criança e sobreviveu a duas guerras mundiais. Um dos segredos de sua longevidade, segundo ela própria, é ter uma dieta bastante variada predominantemente vegana, mas sem exageros. ¨Eu sempre comi a verdura cultivada na horta da família¨, diz ressaltando que outro fator importante para viver bem é sempre cantar. Para a data de hoje, Marietta escolheu a canção siciliana ¨Curi, Curi¨.
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¨Não, eu não estou ficando velha. Estou ficando seletiva, apostando meu tempo em mim mesma! ¨
¨Você está ficando velha¨ me disseram¨ você já deixou de ser você, você está se tornando amarga e solitária¨ ¨Não, respondi ¨Eu deixei de ser alguém que apenas agrada os outros para me transformar em alguém que me agrado em ser, eu parei de procurar a aceitação dos outros para aceitar a mim mesma e deixei atrás de mim os espelhos mentirosos que enganam sem piedade. Não, eu não estou ficando velha. Estou me tornando assertiva, seletiva com lugares, pessoas, costumes e ideologias. Eu já deixei ir apegos, dores desnecessárias, pessoas tóxicas, almas doentes e corações podres, não é por amargura, é simplesmente por saúde. Deixei as noites de festa por insônias de aprendizado, parei de viver histórias e comecei a escrevê-las, deixei de lado os estereótipos impostos, parei de levar maquiagem na minha bolsa, agora levo um livro que embeleza a minha mente. Troquei os drinks alcóolicos por goles de café, esqueci-me de idealizar a vida e comecei a vive-la. Não, eu não estou ficando velha. Levo na alma o frescor da vida e no coração a inocência de quem diariamente se descobre. Carrego nas mãos a ternura de um casulo que ao abrir se expandirá as suas asas a outros lugares inatingíveis para aqueles que só procuram a frivolidade do material. Levo no rosto o sorriso, que se escapa travesso ao observar a simplicidade da natureza. Levo nos meus ouvidos o canto das aves alegrando o meu andar. Não, eu não estou ficando velha. Estou ficando seletiva, apostando no meu tempo para o intangível, me dando a mim mesma.
-Marisol Lopez Parra.
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Ela tem 103 anos e começou a correr aos 101 anos
Apelidada de ¨Furacão¨, Júlia Hawkins é o melhor exemplo possível de que a vida não para, e de que, mesmo aos 100, é possível saborear novas histórias. Com impressionantes 103 anos de vida-aparentemente deliciosamente vividos – Júlia Hawkins participou nesta semana dos Jogos Seniores em Albuquerque, EUA. Ela correu os 100 metros em 46.07 segundos. E, como se somente isso não fosse o suficiente para deixar qualquer um de queixo caído, ainda é preciso mencionar que Júlia começou a correr há apenas dois anos, quando tinha 101 anos. De acordo com a organização que hospeda o evento de estilo olímpico para atletas de 50 anos ou mais, Júlia é a participante mais velha a competir formalmente em uma pista americana. Apesar da faceta de atleta quebradora de recordes, Júlia Hawkins leva uma vida bem parecida com a de qualquer outra vovó. Ela passa a maior parte do tempo trabalhando no jardim de sua casa em Louisiana, onde guarda todas as medalhas de ouro acumuladas anos após anos – Bom, nessa parte de colecionar medalhas, Júlia não é tão comum assim. Em entrevista ao The New York Times, Júlia deu mostras da sua sabedoria em conselhos que todos deveriam seguir. Mantenha-se m forma, se puder. Ter muitas paixões. E procure por momentos mágicos isso é algo que eu fiz em minha vida – pense nas coisas que são momentos mágicos que acontecem com você, como pores do sol e nascer do sol, arco-íris, lindos pássaros, música e comentários encantadores das pessoas para você. Todos esses momentos mágicos e são gratuitos para todos. Certifique-se de manter seus olhos abertos para eles. ¨Finalizou a Senhora Furacão.
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Avô de 104 anos conclui doutorado e entrega tese no meio da pandemia.
Lucio Chiquito é um engenheiro colombiano que passou 30 anos estudando para encontrar a solução do problema sobre o caudal dos rios. Agora, ele está esperando pela aprovação do trabalho. Não existe idade certa para começar, voltar, ou continuar estudando e esse senhor provou isso ao entregar sua tese de doutorado aos 104 anos de vida. Lúcio Chiquito é um colombiano que, mesmo com a pandemia, conseguiu finalizar o trabalho feito para a Universidade de Manchester no Reino Unido. Lúcio disse que foi durante o período de isolamento social que ele descobriu a solução para um problema sobre o caudal dos rios (volume total de água que passa por um determinado ponto, por um certo período de tempo), uma questão que ele procurava resposta há 30 anos. Após entregar a tese, ele está esperando a avaliação para poder finalmente, se graduar. Em entrevista à CNN, ele explicou mais sobre o que se tratava a tese de doutorado dele: ¨Dediquei-me a buscar uma metodologia que dê a resposta exata de qual é o caudal máximo de um rio que produza o maior rendimento possível¨. Chiquito conta que começou o doutorado quando tinha 73 anos. ¨Escrevi à universidade, disse que havia me graduado em Magistério de Ciência e Tecnologia e perguntei se poderia pegar um doutorado, eles disseram: ¨Claro¨, contou. Chiquito contou à esposa há cinco anos e, desde então, vive na cidade de Medellin perto dos filhos e netos. Além de bom pai e avô, Lúcio é motivo de orgulho para a família ele foi o primeiro a incluir mulheres no mundo empresarial na Colômbia. Conquistar o doutorado aos 104 anos seria o reconhecimento do trabalho de uma vida inteira.
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¨Nunca vi doença tão brava, diz vó de 108 anos que gravou vídeo para orientar idosos sobre a Pandemia¨
Maria Antônia Vaz, sabe da importância da prevenção e quis postar a filmagem nas redes sociais dela para falar sobre a Covid19, em Pato Branco, no sudeste do Paraná. Ao olhar pela janela de casa, Maria Antônia Vaz, de 108 anos, lembra-se de quando podia sair para encontrar as amigas. Por causa da nova corona vírus a vovó de Pato Branco, no Sudoeste do Paraná está em isolamento social. ¨Eu nunca vi uma doença tão brava, está muito perigoso sair. Tem que se trancar em casa e trancar os velhos para não ir à rua¨. A família contou que a avó foi a primeira da cidade a tomar a vacina contra a influenza. A aplicação foi feita dentro do carro, para evitar a ida da idosa a uma unidade de saúde. Comas novas medidas adotadas pela família, não é mais permitido abraçar e beijar a vó Antônia, que diz adorar o contato humano. Mesmo assim, segundo a neta, a relação entre eles não esfriou, e para isso ser possível, a tecnologia tem sido uma aliada. ¨A gente conversa pelo celular. Aí ela atende de lá e eu falo daqui. É muito bom a gente conversar. É por que abraço não pode mais, só de longe, contou a avó. ¨ Se a gente está se prevenindo em casa, Deus está cuidando de nós¨.
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¨Com quase 95 anos, brasileira ajuda na luta contra a Covid19¨
Maria Blandina Medeiros Neder, que foi voluntária na Segunda Guerra Mundial, confeccionou luvas e cachecóis para serem enviados aos soldados brasileiros que lutaram na Europa. Hoje ela produz máscaras para profissionais de saúde. Prestes a completar95 anos, Maria Blandina Medeiros Neder atuou como voluntária na produção de insumos, para os brasileiros que participaram da Segunda Guerra Mundial, e agora ajuda os profissionais de saúde no Rio de Janeiro na luta contra a Covid19. A falta de equipamentos de proteção individual para o sistema de saúde do Rio de Janeiro na luta contra a Covid19 motivou um grupo de amigos para montar uma rede de voluntários que faz protetores faciais e máscaras de TNT para doações. Dona Blandina está entre os voluntários. ¨Eu estava à toa em casa e queria ajudar de alguma forma. Estamos em um momento onde qualquer ajuda é bem-vinda então eu queria poder participar de alguma maneira¨. Durante à época de participação brasileira na guerra, a dona Blandina tricotou luvas e cachecóis para os 25 mil brasileiros que fizeram parte da Força Expedicionária Brasileira (FEB), divisão que lutou junto com os aliados na Itália a partir de 1942. Quase 500 brasileiros morreram entre os pracinhas enviados. ¨Na época eu fui voluntária para mostrar a importância de ajudar, mesmo que seja de longe. Eles estavam do outro lado do mundo, mas eles precisaram saber que tinha pessoas aqui no Brasil esperando por eles. ¨Essa foi minha forma de ajudar¨, diz Blandina. ¨Naquela época eu poderia ter feito muito mais, fico com esse sentimento. Hoje, como eu já tenho mais idade não posso ajudar muito. Resolvi ajudar a confeccionar as máscaras e os protetores faciais para ajudar quem está na guerra agora. Os profissionais que estão na linha de frente, dizem Blandina.
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¨Universitário de 92 anos se adapta a tecnologia¨¨
Universitário de 92 anos se adapta à tecnologia e nos dá uma linda lição de resiliência e otimismo. Não existe idade certa para realizarmos nossos sonhos, e o universitário Carlos Augusto Manço, que entrou na faculdade aos 90 anos, é um dos maiores exemplos disto. Hoje com 92 anos e sem muita intimidade com a tecnologia, o Sr. Carlos Augusto tem se adaptado aos tempos de corona vírus e passou a assistir aulas online. Apesar de sentir falta das aulas presenciais e dos amigos que fez na faculdade de arquitetura, ele nos dá uma linda lição de resiliência e otimismo: ¨Vai passar¨. Carlos é de Ribeirão Preto (SP), no interior de São Paulo, e assim como milhares de brasileiros não conseguiu fazer uma faculdade enquanto era jovem por questões financeiras. Na época, ele optou por fazer um curso técnico em edificações e deixou o sonho da arquitetura para algumas décadas mais tarde. Foi aos 90 anos que ele conseguiu realizar seu sonho de cursar a faculdade. Aluno exemplar, ele é a grande inspiração de seus colegas de classe, que podem entender muito mais de tecnologia, mas contam com a sabedoria de quem já viveu quase um século, inclusive para acalmá-lo em tempos difíceis como o que estamos vivendo. ¨Isso vai passar¨. Temos que manter a rotina em casa, e deixar a mente funcionando. Ele costuma acordar cedo para assistir as aulas, passa as tardes estudando e no tempo livre acompanha as notícias. A positividade deste Sr. Inspirador é repleta de sonhos e planos para o futuro, já que quando a pandemia acabar ele pretende estagiar em obras de hospitais – seu desejo há muitos anos.
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¨Vizinhos se unem para comemorar 102 anos de vovó festeira¨
Dona Maria Luiza Florêncio Nunes todos os anos faz festa para comemorar o seu aniversário. Os 102 anos já tinham até tema planejando: Carnaval. Mas a comemoração foi frustrada pelo isolamento social imposto com o surgimento da pandemia da nova corona vírus. ¨Minha vó ama festa, ama música. Ela tem oito filhos e gosta de estar sempre com todo mundo junto. Este ano tivemos que cancelar a festa. Mas não dava para comemorar 102 anos só em videoconferência ¨ diz Rosalina Nunes Brotas Pereira, a neta que organizou os parabéns coletivo. Foi então que Rosalina teve a ideia de pedir aos vizinhos que no dia 16 de maio, as 16 horas, fossem às sacadas par contar parabéns e festejar com a avó. Ela enviou a mensagem para vários grupos de moradores de prédios ao redor do seu, onde mora a senhora. ¨Na mesma hora todo mundo achou bacana e se prontificou. A ideia era 16 horas, quando ela está sempre acordada. E a hora do lanche, ela ama tomar um café da tarde¨, diz Rosalina. No momento marcado, que acabou sendo às 18 horas, foi pura alegria. Ah, e não poderia faltar, além dos parabéns, a música preferida de doma Maria Luiza ¨Trem das Onze¨. O meu aniversário de 102 anos foi na varanda e eu gostei muito. Parabéns, a dona Maria Luiza!
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¨Instituto Baccarelli entrega cestas básicas¨
O Instituto Baccarelli entrega cestas básicas para moradores da comunidade de Heliópolis (SP).
A Covid19 trouxe uma crise de enormes proporções para todo o planeta. O isolamento social está gerando diversos impactos para cidadãos de todo mundo. Mas gera impactos ainda mais drásticos para a população das periferias. O Instituto Baccarelli, localizado em Heliópolis, uma das maiores favelas de São Paulo e do Brasil. Nesse momento volta sua atenção para apoiar as necessidades emergenciais da comunidade. Aglomeração de pessoas, recursos sanitários precários, e baixa renda tornam a pandemia ainda mais ameaçadora nessas regiões. Há 23 anos atrás, o maestro Silvio Baccarelli criou o projeto social para ajudar Heliópolis após um grande incêndio. E, segundo seu exemplo, hoje vamos focar nossos esforços para tentar diminuir os efeitos da pandemia. Vamos trabalhar para fazer chegar as doações de alimentos e produtos de primeira necessidade à população da região. A sede do Instituto vai funcionar como um centro de recebimento e distribuição de doações. Além disso, também estamos buscando o apoio de empresas e doadores para levar diferentes tipos de ajuda às famílias. Nossa sociedade está passando por uma profunda transformação, e só conseguiremos superar as dificuldades que ela está trazendo se agirmos juntos.
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¨Voluntários fazem mais de 4 mil ligações para lar de idosos¨¨
Em tempos de corona vírus, uma oferta de amor. Uma campanha do Abrigo Presbiteriano, um lar de idosos localizado no Rio de Janeiro, viralizou nas redes sociais pedindo doações sem qualquer valor financeiro, mas afetivo. A ideia era simples, incentivar as pessoas a telefonarem para a instituição, que abriga cerca de 20 senhoras em idades de 78 a 100 anos, apenas para conversar com uma das abrigadas. Mas a campanha alcançou mais pessoas do que o imaginado pelos conselheiros que geram a casa. ¨A princípio, a ideia era que os cerca de 30 conselheiros tivessem um tempo para telefonar e conversar com elas, já que a visita de parentes, familiares e amigos está proibida por conta dos perigos da corona vírus. Só que um de nós perguntou se poderia compartilhar com alguns amigos e nós concordamos. Foi aí que a coisa viralizou, conta o presidente da instituição, João Fernandes. O telefone divulgado para receber ligações de quem quisesse participar da campanha ficou congestionado. Foram mais de quatro mil telefonemas em apenas três dias. Até um novo chip teve que ser providenciado para disponibilizar uma linha telefônica exclusiva para que as famílias conseguissem falar com a enfermagem e com as abrigadas. ¨Teve telefonema até de fora do país¨, da Austrália, de Portugal, da Inglaterra, dos Estados Unidos, da Espanha… Gente de um monte de lugar, foi muito além do que imaginamos. Ficamos um pouco preocupados em conseguir dar conta de tudo, mas não vamos deixar de responder. Foram muitos gestos de amor e carinho. Isso não tem preço.
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¨Taxista é aplaudido por médicos após corridas grátis a hospitais¨
O vídeo em que um taxista que realizava corridas de forma gratuita a pacientes se emociona após ser homenageado pela equipe médica de um hospital na Espanha, viralizou nas redes sociais e já atingiu mais de 6 milhões de visualizações desde que foi postado. A equipe chamou o taxista ao hospital pedindo para que ele fizesse uma corrida. Ao chegar lá, porém, foi recepcionado por vários médicos e enfermeiros que formaram um corredor para aplaudi-lo. Na sequência, recebeu um envelope com uma quantia em dinheiro como recompensa pelo trabalho feito de forma voluntária. O momento foi compartilhado nas redes sociais pela instituição sem fins lucrativos El Taxi Unido, que usa promover uma boa imagem do taxi e fomentar a união entre taxistas na Espanha.
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¨Crianças escrevem mensagens solidárias a profissionais da saúde¨
Estudantes de uma escola particular no interior de São Paulo está escrevendo cartas para incentivar os profissionais da saúde que atuam na linha de frente do combate ao novo corona vírus. As mensagens, feitas de próprio punho, leram palavras de encorajamento, solidariedade, amor, fé e incentivo para médicos, enfermeiros e pacientes que enfrentam a doença. ¨Neste momento estou tendo o privilégio de acompanhar o trabalho como mãe. Em diálogo com as professoras encontramos uma maneira de trabalho ir além dos muros do colégio, pois uma palavra de aconchego neste momento tem grande valor¨, conta Roberta Bianchi, diretora do Colégio Marista Champagnat de Ribeirão Preto (SP). O projeto ¨Cartas Solidárias¨ surgiu nas turmas do terceiro ano, e toda produção será encaminhada ao HC de Ribeirão Preto e ao Hospital Ribeirana.
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¨Com as economias de toda uma vida, carpinteiro sem filhos paga faculdade a 33 jovens carentes¨
Morando em Iowa (EUA), Dale Schroeder trabalhou como carpinteiro por 67 anos. Ele sempre teve uma vida muita dura, marcada por privações. Pessoas próximas a ele pontuam que ele só tinha duas calças e que dirigia um caminhão Chevrolet enferrujado. Foi em função deste estilo de vida austero, com pouco ou nenhum conforto, que Dale conseguiu economizar mais de três milhões de dólares, com os quais estabeleceu um fundo para estudantes da sua cidade que não poderiam pagar as mensalidades de uma universidade. O fundo começou a conceder os ¨benefícios¨ após a morte de Dale, em 2005, e agora, 14 anos depois esses fundos se esgotaram permitindo que 33 jovens fossem para a faculdade. Dale cresceu como uma pessoa de recursos limitados e nunca pôde frequentar a faculdade. Ele nunca se casou e não teve filhos, pouco antes de morrer em 2005, ele se aproximou de seu amigo e advogado, Steve Nielsen, para conversar sobre o que fazer com suas economias. ¨Eu queria ajudar crianças que, como Dale, provavelmente não teriam a oportunidade de ir para a faculdade¨, disse Nielsen à rádio KCCI. ¨Eu disse: De quanto dinheiro estamos falando, Dale? E ele disse: ¨Ah, pouco mais de US$ 3 milhões¨ Eu quase caí da cadeira. A maior parte desse dinheiro foi para o fundo de bolsas criado por Schroeder, que ajudou futuros professores, médicos, e outros profissionais a realizar seus sonhos de continuar seu ensino superior. Os 33 jovens que se beneficiaram dessa bolsa, referem-se a si mesmas como¨ Crianças de Dale. ¨ Eles lembram que todos eles foram convidados a lembrar de Dale e tentar imitar seu exemplo como profissionais. Kira Conrad é uma dessas beneficiadas e lembra-se do dia em que Nielsen informou-a de que suas mensalidades haviam sido pagas. ¨Eu cresci em uma casa com mãe solteira e tinha três irmãs mais velhas, então pagar uma faculdade às quatro filhas nunca foi uma opção. Quando Steve Nielsen falou comigo ao telefone, dizendo que minhas mensalidades haviam sido pagas, comecei a chorar imediatamente. Era incrível pensar que um homem que nunca me conheceria, iria me proporcionar a oportunidade de ir a faculdade. Esse tipo de coisa não costuma acontecer foi incrível. –
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¨Vovô mexicano que perdeu o emprego se reinventa lançando canal de culinária no YouTube¨
Carlos Elizondo perdeu o emprego de empacotador devido à corona vírus e aproveitou a oportunidade para compartilhar seu conhecimento culinário. Seu canal ¨Tito Charly¨, onde ele prepara lanches e vários pratos, já ultrapassou 1000 inscritos. O COVID19 nos afetou não apenas no campo da saúde, mas também financeiramente. Milhares de empregos foram perdidos devido a essa doença altamente contagiosa, deixando famílias com dificuldades financeiras e tendo que se REINVENTAR para levar o ¨pão para casa¨. O México não foi isento disso com mais de 120.000 casos confirmados até o momento que geraram pelo menos 14.000 mortes. Sabendo que não pode andar pelas ruas normalmente e depois de ter perdido o emprego como empacotador, o Sr. Carlos ¨Tito Charly¨ Elizondo decidiu iniciar seu empreendimento aos 79 anos tornar-se um YouTuber. Carlos com quase 80 anos, já trabalhava com produtores artesanais de carne seca, chouriço e queijo para lançar uma linha de produtos, mas foi sua filha caçula, Verônica que o convenceu da ideia de alcançar mais públicos compartilhando receitas. Então agora promova sua marca transformando seus produtos em receita. ¨Fiquei um pouco surpreso, mas sempre gostei de desafios e, por isso, me preparo para trabalhar, disse o cavalheiro de acordo com Noños. –
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¨Uma idosa se formou no colégio aos 66 anos, venceu o câncer e foi aprovada no vestibular¨
Ela é uma verdadeira simpatia, Edicleia de Arruda Zani, 72 anos, conseguiu ser aprovada em 2/ lugar para a faculdade de letras da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A aposentada está muito feliz e viralizou nas redes sociais depois que sua neta publicou no Twitter uma foto dela comemorando a conquista ¨UNIVERSITARIA¨. Ela não desistiu do conhecimento, afinal terminou o colegial em 2014, quando tinha 66 anos, e seu objetivo era prestar vestibular no próximo ano, interrompeu seu sonho devido ao aparecimento de um linfoma e a urgência de fazer um tratamento se encerrou em 2018, os planos foram apenas adiados e não esquecidos. Ela é fã de carteirinha de Machado de Assis e José de Alencar, ou seja, é amante da boa leitura, assim seus familiares a convenceram a prestar o vestibular. ¨Eu tenho gosto pela leitura e acredito que agora irei adorar estudar Letras. Amo os Clássicos¨, disse. ¨Sempre tive vontade, mas faltou oportunidade. Precisei terminar o ensino médio em 2014, depois enfrentei um câncer, o que me fez adiar um pouquinho mais o sonho. Do ano passado para cá, melhorei e fiz o vestibular sem pretensão nenhuma. Tinha vontade, mas não esperava aprovação¨. A aposentada não estava ansiosa com a espera do resultado do vestibular, afinal, não imaginava que passaria. Mas, qual não foi a sua grande surpresa quando foi visitar a casa de sua filha, ali chegando mostraram para ela a lista dos aprovados e seu nome CONSTAVA COMO APROVADA. A notícia veio como uma bomba, aí começou o choro e a grande celebração pela conquista. ¨Fiquei muito emocionada e era um sonho que ainda faltava eu realizar¨, disse.
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¨Deus me deu um presente¨ – Idosa de 78 anos adotou e cuidou de mais de 80 bebês em 34 anos!
A adoção é um gesto precioso de amor, empatia e generosidade. As pessoas que abrem suas casas e seus corações para receber bebês, crianças e jovens rejeitados por suas famílias, seja temporária ou permanentemente, são grandes heróis que merecem todo o carinho e reconhecimento. Linda Owens é uma das mães adotivas cheias de amor para compartilhar, e tem uma história incrível, que merece ser conhecida. Segundo contado pela CBS SF, a mulher que atualmente está com 78 anos, já foi mãe adotiva temporariamente de mais de 80 bebês! A sua história como lar temporário começou há 34 anos. Ela é parceira de um orfanato local e recebe os bebês em sua casa até que sejam encaminhados aos pais adotivos. Muitos desses bebês foram expostos a drogas ainda no útero, outros apresentam atrasos no desenvolvimento e ainda há aqueles que passam a noite sem dormir. No entanto, isso não a desanima. A aposentada, que cuida das crianças sozinha, chega a receber duas por vez, como ¨mãe solteira¨. Ela é tão dedicada que compra roupas e acessórios para os bebês com o próprio dinheiro. Embora seja paga por esses cuidados, ela é motivada, acima de tudo, pelo amor. Linda diz que ama cuidar de bebês desde a infância e que ¨Deus lhe deu um presente¨ Mia Buckner Preston, diretora da Divisão de Colocação do Departamento de Serviços para Crianças e Família, do Condado de Alameda, responsável por encaminhar as crianças a lares adotivos, disse que a experiência, cuidado e amor oferecidos pela idosa são incomensuráveis. A pediatra Mika Hiramatsu, que encaminhou muitos bebês para Linda ao longo dos anos, disse que ela sempre foi determinada a oferecer o melhor começo de vida aos pequenos. Um dos bebês que ela cuidou, que hoje está com 12 anos, ainda a visita frequentemente e compartilha com ela as novidades de sua vida. Linda, que atualmente está cuidando de uma bebê de pouco mais de dois meses, diz que o momento da despedida pode ser doloroso e que se lembra de todos os que acolheu em sua casa. Por sua história de muito amor, dedicação e mudanças de vida, ela recebeu um prêmio em sua comunidade. Sua história é realmente especial. A idosa mudou a vida de vários bebês ao oferecer-lhes desde cedo acolhimento e amor verdadeiro! Que ela continue com essa missão única por muito tempo.
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¨Rotary Club doa R$ 368 mil para o combate à Covid19¨
O Governador do Distrito 4780 do Rotary Club, André Luís Vilaverde Moutinho, entregou simbólica e virtualmente um cheque de R$ 368 mil à secretaria de Saúde, Arita Bergman, e a secretária-adjunta, Aglaê Regina da Silva. O valor é destinado à compra de equipamentos de proteção individual (EPIs), como luvas e máscaras para os trabalhadores da linha de frente dos hospitais da região no combate à epidemia da Covid19. Também foi utilizado para a aquisição de testes rápidos da Covid19 a serem aplicados em idosos que moram em lares e para a formação de cuidadores de idosos. A secretaria Arita agradeceu e parabenizou o Rotary Club pela iniciativa e o gesto de solidariedade. ¨O Rotary é sempre nosso parceiro em ações comunitárias. Reconhecemos o valor do voluntariado, pois sozinhos não chegamos a lugar algum¨, falou durante p encontro virtual.
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¨Idoso se forma aos 73 anos em Agronomia na UPF: ¨Nunca é tarde¨¨
Agora, sempre que você achar que está muito tarde para começar algo novo, vai se lembrar do senhor Danilo. Aos 73 anos, ele acaba de colar grau e é o mais novo agrônomo formado pela UFP. Foi com essas palavras que a Universidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, homenageou seu novo formando, o Engenheiro Mecânico aposentado, conhecido em sala de aula como ¨seu Danilo¨. O idoso cursou Agronomia em busca da realização de um sonho antigo. ¨E ele se saiu super- bem. Participou de todas as aulas, viagens de estudos, fez estágio, aprendeu com os colegas mais jovens a usar o WhatsApp e também ensinou muito¨, disse a UPF no Instagram. E ele disse que não pretende parar. ¨Formado, agora Seu Danilo pretende se dedicar ao cultivo de erva-mate na propriedade que tem no município de Áurea. E lá, ele deve dar continuidade à trajetória acadêmica investindo em estudos para qualificar sua produção. Estamos muito orgulhosos do senhor, seu Danilo¨, continuou a Universidade. Seu Danilo, o senhor é inspiração para todos nós! Parabéns!
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¨Funcionária do McDonald´s completou 100 anos e disse não querer se aposentar: ¨Não penso nisso¨
Ruth Shuster começou a trabalhar na rede aos 73 anos e ainda hoje continua cumprindo sua missão! Algumas pessoas são tão iluminadas que ao fazer a menor das funções nos arrancam sorrisos e nos deixam leves, confiantes e seguros para seguir com a nossa jornada. Desempenham tão bem o que se propuseram a fazer em seus empregos, que iluminam a vida dos outros. Certos seres humanos, independentemente da idade, trabalho ou condições financeiras, possuem um amor tão grande dentro de si, que despertam o nosso melhor. Ao sabermos de determinadas histórias, vemos o quanto existem corações que distribuem afeto simplesmente pelo fato de existirem. Enquanto muitos reclamam do seu emprego, outros fazem o trabalho tão bem, que ficam por muitos anos na função. É o caso dessa simpática senhorinha, que completou 100 anos de vida e quer seguir trabalhando. Era conhecida por sua extrema simpatia e animação. Na maioria das sextas-feiras, Ruth recebia os clientes cantando ¨You are my sunshine¨ (Você é meu raio de sol¨, em tradução para o português) e dançava. Sua vitalidade é de impressionar e fez dela uma pessoa difícil de ser esquecida. Por causa da pandemia está afastada de sua função, e disse sentir bastante falta dela. Gostaria de receber os clientes como antes. Ainda disse que se considera afortunada por ter a oportunidade de continuar trabalhando, mesmo com a sua idade. A querida senhora completou 100 anos e sua comemoração teve tanta repercussão, que o McDonald´s montou uma caixa de correio especial para que ela pudesse receber diversos cartões e mensagens de felicitações. Questionada se pararia, ela disse com todas as letras, e sem rodeios que não pensa nisso tão cedo, de maneira alguma. Quanta disposição!
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¨Me descobri escritora de livro infantil¨
Esmeraldina Ramos, que é quilombola e se inspira na cultura da Amazônia, começou a escrever depois dos 50 anos tem seis livros infantis publicados, todos eles envolvendo tradições e o cotidiano das comunidades tradicionais. O Dia Nacional do Livro Infantil, é comemorado pelo 2 ano consecutivo sem os eventos presenciais escolares por causa da pandemia. Ainda assim, a data não precisa passar em branco, já que os pais podem aproveitar o tempo livre durante a quarentena para incentivar o hábito da leitura entre as crianças. A data 18 de abril foi escolhida em referência ao aniversário do escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil no país. Com o passar dos anos, o gênero literário ficou cada vez mais rico e vários nomes receberam destaque Brasil afora. Em Macapá, os livros infantis ganham vida através de contadores de histórias e escritores que, por meio da literatura, inspiram crianças e adolescentes a explorarem o mundo das palavras. Para marcar a data na capital, a escritora quilombola Esmeraldina Ramos, de 65 anos apresenta seus 6 livros infantis publicados: O Sonho de Uma Menina, As Aventuras da Dona Florzinha, A Onça, O Encanto do Bolo e O Melhor Caminho é a Escola e História do Meu Povo. Nas obras ela conta de forma lúdica os acontecimentos do cotidiano do quilombo do Curiaú, local onde nasceu, em Macapá. A fama das histórias com temáticas amazônicas vai longe e as crianças da comunidade adoram ouvi-la narrando às histórias. Após a morte do pai, há cerca de 10 anos, ela começou a escrever com intenção de transmitir às crianças ensinamentos e manter viva a memória do povo quilombola. Os livros de Esmeraldina vão além do entretenimento, expressando ancestralidade e cultura. ¨Meu pai já estava partindo e ele começou a contar a história da vida dele, aí eu me inspirei e escrevi o meu primeiro livro chamado ¨História do Meu Povo¨. De 2010 para cá eu me descobri escritora de livro infantil, para mostrar para às nossas crianças a história do mar abaixo e o que acontece na comunidade¨, conta. Além de escritora, Esmeraldina é compositora, Mara baixeira e artesã de família tradicional da comunidade. Ao perceber o dom da escrita, começou também a compor ladrões de mar abaixo para o público infantil e explica que cada música é uma poesia cheia de sentimentos. ¨Para incentivar mais as nossas crianças a gente tem que escrever, não somente dançar, tocar ou cantar, tem que estar no caderno. Por isso eu comecei a escrever meus livros, já com o pensamento de valorizar o mar abaixo e o batuque¨, explica. Com o isolamento social em função da pandemia, a escritora não pode realizar rodas de leitura na comunidade, entretanto, ela aproveita o tempo dentro de casa com os netos, que não perdem a chance de ouvir os ensinamentos de avó através dos registros literários. Atualmente Esmeraldina, já vacinada contra a Covid19, conclui um novo livro. Apesar de manter surpresa sobre o título, revelou que a obra fala sobre cabelos. ¨Nossas crianças quilombolas são lindas de cabelos trançados, então as minhas crianças me incentivam muito a escrever. Nessa pandemia, eu passo o dia todo escrevendo¨, completou.
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¨Aos 80 anos, japonesa vai cursar 1 faculdade em Roraima¨
Chigusa Tsukuda foi aprovada para o curso de geografia na Universidade Estadual de Roraima (UERR); ela obteve vaga por meio de programa que garante ingresso de pessoas com mais de 50 anos. Chigusa vai ter a primeira experiência com uma faculdade em 2020 porque passou no vestibular da Universidade Estadual de Roraima (UERR). Aprovada por meio do programa ¨Idade Ativa¨, que garante vagas no ensino superior para pessoas acima dos 50 anos, ela vai cursar licenciatura em geografia. ¨Vai ser minha primeira faculdade, porque quando era mais jovem tive que cuidar dos meus pais, que ficaram doentes. Eu era a mais velha dos três filhos e precisei trabalhar¨, conta. Natural do Japão, ela chegou ao Brasil aos 15 anos, em 1954, quando seu pai decidiu fugir dos efeitos econômicos causados pela guerra sino-japonesa que iniciou em 1937 e durou em 1945. Por meio de um acordo entre os governos do Japão e do Brasil, a família de Tsukuda foi primeiro para Santarém, no Pará, e depois a Roraima, que na época ainda era Território Federal do Rio Branco. ¨Quando chegamos aqui minha mãe teve um problema nos dentes, arrancou todos e ficou com a saúde debilitada. Depois, meu pai foi diagnosticado com câncer¨. Agora aprovada para o curso de geografia ela ainda sonha em cursar sistemas de informação para melhorar a operação do comércio que sua família possui no Centro de Boa Vista. ¨Eu não esperava entrar e quando passei comemorei, agora vou estudar¨.
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¨Envelhecer é problema dos outros¨
Blogueira relata estar na sua melhor fase: Quanto mais uma mulher coloca na própria cabeça que ela é jovem, mais livre ela é. A idade é apenas um número. A sociedade coloca o passar dos anos como um inimigo mortal feminino, mas graças a muitas figuras públicas, celebridades e influenciadores, esse conceito está caindo por terra. Hoje em dia, o peso da idade está cada vez mais leve. As mulheres começaram a entender que não há problema algum em envelhecer, e isso deveria ser regra. Enquanto uma sociedade tenta deixar as mulheres mais velhas invisíveis, temos ótimos exemplos que vão contra essa onda e nos mostram que o importante não é a idade e, sim, a maneira como você se enxerga. Lyan Slater é uma mulher de 64 anos, que não se deixou abater pela ¨velhice¨. Ela rompe vários tabus e paradigmas e nos mostra o quanto a beleza vem de dentro e se traduz por fora. Ela criou um blog que se chama Accidental Icon para mulheres se inspirarem em seu estilo, sem ter medo da idade. Com informações do site Fashionista, a blogueira fala sobre como se sente em relação à sua idade e às roupas que veste. Sua maturidade não tem a ver com os anos, mas com a mentalidade e liberdade de imagem que uma mulher madura tem de si mesma. Ela sempre ousou na forma de se vestir, combinando cores exclusivas, misturando, e conseguiu se destacar num ramo no qual a juventude e a cultura jovem são tendências. Mas a influenciadora disse que não deixa deu estilo por causa de estereótipos, pois quer que a moda seja divertida e experimental em qualquer idade! Lyn relata que a indústria da moda necessita permanecer sem idade, para que continue viva, e se recusa a ser colocada no mesmo grupo de mulheres grisalhas de sua idade. Ela argumenta que a moda precisa realmente ser inclusiva, parando de categorizar as mulheres, por exemplo. Ela diz que as mulheres amam roupas e as usam independentemente de sua idade, pois a vestimenta é uma forma de se expressar e não tem a ver com os anos. A mulher pode começar uma carreira quando quiser, no momento em que quiser, usando a roupa que quiser. Isso não a fará melhor ou pior. Ela conta que veste estilos que as pessoas não esperariam de alguém de sua idade. Gosta de mostrar atitude na maneira que se apresenta para os outros. Isso a fez permitir, mesmo aos 64 anos. Contou que não pretende estrelar campanhas de antienvelhecimento. Conta ainda que compra peças de marcas com as quais a maioria das pessoas de sua idade não se identificam. Declara ainda que acha que as ideias sobre ser mais velha estão desatualizadas. A influenciadora conclui dizendo que está em sua melhor fase, que não se importa com os números de sua idade e não quer que a moda a coloque numa caixa. Lyn se recusa a participar de entrevistas que a separem por idade. Diz que pode acordar um dia e sentir que tem 25 anos e usar sua calça de couro e jaqueta de motoqueiro. Mulheres são feitas de escolhas, ser o que quiserem e vestir o que quiserem.
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¨Em tempos de pandemia, Rotary Club dá continuidade nas ações de combate ao Corona vírus¨
A nova gestão do Rotary Club de Bandeirantes para o ano rotário 2020/2021, tendo à frente o presidente Armando Meneghel Paiva, que assumiu e foi empossado no início do mês de julho, neste período de pandemia dará continuidade nas ações de combate ao Covid19. ¨Temos alguns projetos importantes em andamento que muito beneficiam a nossa comunidade. Dias atrás, na reunião online aprovamos o projeto ¨Equipar para Salvar Vidas e Proteger da Covid19¨, no valor de R$ 196.682,68. Recursos estes que serão direcionados à Santa Casa de Bandeirantes na aquisição de equipamento de ultrassom de última geração que irá auxiliar no diagnóstico de pacientes com suspeita de Covid19 ou que estão em tratamento. A entidade também deverá ser contemplada com totem de higienização para mãos de álcool 70%, aparelho imprescindível na diminuição do contágio. Tais totens serão entregues para onze Santas Casas da região¨, comentou e elencou ainda demais projetos em desenvolvimento como por exemplo, a questão da erradicação da poliomielite mundial. ¨Divulgar e apoiar a campanha de vacinação contra a pólio e ajudando as instituições da nossa cidade é fundamental¨, enfatizou. Ainda com as atividades propostas, através de ações pelo Rotary Internacional, o Rotary Club de Bandeirantes, conforme Paiva quer dar maior ênfase aos projetos ambientais, como plantio de árvores em áreas para recuperação ambiental, assim como o conhecido projeto ¨Lixo Eletrônico¨. Tão logo possível essa pandemia se tornar mais amena, marcaremos uma data¨, afirmou o presidente. A ex-presidente Leonides Araújo ¨Nidinha¨, desejou ao companheiro e novo presidente Armando Meneghel Paiva, muito sucesso e se colocou à disposição para colaborar no que for necessário sempre com a mesma finalidade de ¨dar de si antes de pensar em si¨. ¨Nidinha¨ foi presidente do clube por duas vezes e disse que sente realizada por ter contribuído nestes períodos. ¨Foram experiências gratificantes e sem dúvida o que mais marcou foi este último projeto referente a entrega de U$ 33 mil dólares à Santa Casa para ajudar no combate a Covid19. E ainda por termos que nos adequar a toda essa situação de isolamento com reuniões online que, com apoio do nosso companheiro Waelson, hoje estamos lidando muito bem a tecnologia. Estamos a postos no que o presidente precisar¨, destacou. O presidente do Rotary, Armando Meneghel Paiva, agradeceu a disposição da ex-presidente assim como dos demais rotarianos pelas felicitações e desejo de sucesso. Ele enfatizou que o clube de serviço nesta gestão tem como lema rotário: ¨O Rotary Abre Oportunidades¨. ¨Sendo assim estaremos sempre atento as necessidades para com o próximo e fazendo o bem a todos. Dar de si antes de pensar em si¨, resumiu.
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¨Mulher vê idoso trabalhando à noite, na rua e compra todo o seu estoque para que possa descansar¨
O gesto de empatia da mulher permitiu ao idoso descansar depois de um longo dia de trabalho. Confira! Por mais triste que seja ver crianças e idosos nas ruas, trabalhando, para garantir o seu sustento, essa realidade ainda é bastante comum mundo afora, especialmente com a crise financeira que se instalou desde o ano passado. Não precisamos procurar muito longe para ver pessoas que deveriam estar estudando ou aproveitando o tempo de descanso tendo rotinas exaustivas de trabalho e vivendo situações muito difíceis, precisando de gestos de solidariedade e carinho daqueles ao seu redor. Felizmente para compensar este período de grandes dificuldades, temos pessoas de coração gigante no mundo, que espalham a bondade e a esperança por onde passam, ajudando a deixar o mundo mais bonito. Ana Vasques, uma argentina de San Salvador de Jujuy, é uma dessas pessoas, e comprovou isso. Em uma publicação em seu Face book, ela contou sobre uma boa ação sua numa noite aleatória. A mulher caminhava pelas ruas da cidade, quando viu um idoso empurrando um carrinho vendendo waffes. Ela comprou dois itens e teve uma conversa despretensiosa com ele. Anyes de se despedir, porém, perguntou se ele estava indo para casa, e sentiu seu coração se partir quando o homem disse que não, pois precisava continuar vendendo os waffes. Sabendo que o senhor continuaria enfrentando o cansaço e o frio, Ana decidiu comprar todos os waffes que lhe restavam para dar aos muitos sobrinhos e permitir ao idoso trabalhador ir para casa descansar. Ela contou que o senhor se emocionou muito com o seu gesto e derramou uma lágrima. Comentando que os waffes vendidos pelo idoso são muito gostosos, ela pediu para todos os que o encontrassem nas ruas comprassem para ajudá-lo. Nos comentários, foram muitas pessoas parabenizando e por sua atitude, dizendo que ela tem um grande coração. Outros ainda perguntaram onde o senhor costuma vender, para que pudessem também fazer sua colaboração. Infelizmente não podemos resolver todos os problemas das pessoas em dificuldade ao nosso redor, mas sempre podemos agir com empatia e amor para aliviar um pouco dos seus problemas e colocar um sorriso em seu rosto. Ana sabe muito bem disso e, com uma atitude bastante simples, foi capaz de oferecer um alívio merecido ao esforçado vovô. Que todos nós incorporemos essa bondade ao nosso dia a dia!
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¨Analfabeta e ex-gari, mulher cria ONG que já doou mais de 450 toneladas de comida e ajudou 7.500 crianças¨
Rozeli possui uma história de muita luta e resistência, e mostra como, mesmo em meio às maiores dificuldades do mundo, é possível ressignificar a própria história e ajudar o próximo. Apenas você pode conhecer a sua realidade, saber até onde pode ir e o que é capaz de aguentar, mesmo assim, algumas vivências não deveriam ser experienciadas por ninguém, já que envolvem muita pobreza e dor, além de uma jornada inteira de muita solidão, evidenciando a desigualdade social. Roseli da Silva fez de suas experiências uma forma de ajudar o próximo, e em 1996 criou uma organização não governamental para ajudar crianças em Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul. Nascida numa realidade extremamente pobre, ex-gari e analfabeta, ela foi mãe pela primeira vez aos 13 anos e, aos 22, já tinha cinco filhos. Seu principal objetivo, quando criou a ONG, era ajudar a prevenir a gravidez na adolescência, usando sua própria história como ponto de partida para algo maior. Segundo reportagem do Geledés, a primeira sede da Renascer da Esperança foi inaugurada em 1998, na mesma época em que estava aprendendo a ler. Ela parou de estudar no oitavo ano e ainda tem muita dificuldade para escrever o próprio nome, mas isso, em momento algum, impediu-a de ser proeminente em sua comunidade tanto que já foi premiada com mais de 30 troféus. De uma realidade humilde, Rozeli conta que dependeu desde muito cedo de doação de alimentos e, desde sempre, acredita que nenhuma criança é ¨da rua¨ e todas precisam receber atenção e cuidado. O projeto da ONG foi se erguendo conforme ela somava esforços, e foi com a ajuda de Lea, assistente social, e do advogado João Plínio, que tudo o que ela imaginava e sonhava finalmente saiu da sua cabeça, ganhando forma e tamanho. A comunidade, desde sempre, apoiou a ideia e, com o passar dos anos, eles conseguiram se estruturar. A ONG Renascer da Esperança incentiva o esporte, o acolhimento das crianças e adolescentes, além de ajudar a capacitá-los em diversas áreas. Eles oferecem oficinas de teatro, de instrumentos musicais, coral dança e balé. Oferecem aulas de libras, artes, pintura, escultura, tae kwondo, caratê, judô e muay thai. Além disso, os jovens podem aprender informática, futebol americano, costura, culinária, marcenaria, capoeira, jardinagem, entre outros. São mais de 350 crianças atendidas atualmente pelo projeto, recebendo reforço escolar e oficinas extracurriculares. A mulher, que muitos acreditavam que pouco conquistaria na vida, que foi mãe muito jovem, vítima de violência doméstica, que já viveu em cárcere privado, foi presa e sempre tratada como lixo, fez mais do que a maioria, que possui acesso. Hoje ela muda a vida de outras pessoas para que ninguém sofra com a falta de esperança.
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¨Senhor de 89 anos tem ato de generosidade e doa todas as suas economias para construir uma creche¨
Sem herdeiros, o gesto desse senhor foi um lindo ato de generosidade. O local foi construído em homenagem à sua mulher! Existem pessoas cujo altruísmo tem altos níveis. Elas são capazes de transformar a vida de muitas outras. Quando alguém consegue, com suas atitudes, acrescentar algo de bom ao próximo, essa corrente dura pela eternidade. Quem compartilha bondade recebe amor e respeito de volta. Almas nobres e puras enxergam a vida de forma diferente. O valor não está no dinheiro, e sim nas atitudes. Para elas, ajudar o próximo não é visto como uma obrigação, mas como um traço de felicidade! Temos muitos exemplos de pessoas que passam a vida trabalhando para juntar seu dinheiro e realizar um sonho, mas poucos são destemidas e generosas a ponto de usar todo o que juntaram para melhorar as condições alheias. Foi o que esse senhor de 89 anos fez. Sua atitude foi extremamente generosa e aqueceu corações. Ele decidiu doar suas economias de uma vida inteira para construir uma creche na pequena cidade espanhola em que reside. Conhecido popularmente como Tio Jesus, o idoso não mediu esforços para que seu desejo fosse realizado. Jesus Vicente Diaz ficará marcado para sempre na história da cidade. Ele doou 80 mil euros, o que é equivalente a mais de R$ 490 mil reais para que a escola fosse criada. Essa alta quantia possibilitou a construção da creche que leva o nome de sua esposa falecida Sabina, com quem viveu por 60 anos. De acordo com informações do Greem Me, a publicação do Facebook da organização governamental da cidade de Piornal foi um marco na história. Foi uma linda forma de Tio Jesus homenagear a memória de sua esposa, fazendo algo de útil para toda a comunidade. O valor doado representa a economia de Jesus. Ele foi trabalhador rural e, por não possuir herdeiros, resolveu doar tudo para ajudar as crianças de sua cidade. Em sinal de profundo respeito e gratidão, a Câmara Municipal o homenageou, colocando seu nome ao lado de sua esposa na nova escola, que passou a se chamar Escola Infantil Jesus e Sabina. Uma placa foi instalada na parede com uma fotografia dos dois, com um breve resumo sobre a doação. Esse centro, além de hospedar crianças, gerou empregos para a cidade, melhorando o entorno e a vida de centenas de pessoas!
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¨Idosa de 101 anos entrega currículo em empresa do interior de SP¨
Uma idosa de 101 anos surpreendeu a equipe de uma empresa em Promissão (SP) depois que entregou um currículo e manifestou interesse em trabalhar no local. Segundo a aposentada, ela queria trabalhar para comprar as coisas que gosta sem depender dos familiares. Aí sua família teve a ideia de fazer o currículo como forma de brincadeira. ¨Eu quero trabalhar para comprar meus ¨vinhozinhos¨, minha ¨carninha¨, para não depender só de a filha ajudar um pouco¨, conta dona Maria Cardoso. A bisneta da idosa, Pâmela Cristina Matias Gomes, contou que várias pessoas da família dela são funcionárias de um frigorífico da cidade e que a bisavó sempre demonstrou interesse em também trabalhar na empresa. Por causa disso, a tia da idosa decidiu fazer um currículo para a dona Maria e pediu para a bisneta entregar aos recrutadores. Pâmela mandou o documento no grupo da empresa no WhatsApp e o currículo chegou às mãos da analista de atração e seleção do frigorífico, Juliana Araújo. ¨Ele mandou mensagem: Juliana faz entrevista com a minha avó. Aí na hora que eu vi a data de nascimento, levei um susto e falei: Pelo amor de Deus, leva o currículo para mim. Aí ela levou e achei a coisa mais linda, com a foto dela¨, conta Juliana. Na semana passada, a analista compartilhou a situação nas redes sociais e se surpreendeu com a repercussão da história na cidade. ¨Eu compartilhei porque foi uma coisa que mudou o meu dia, essa senhora com essa lição de empoderamento feminino, dando essa aula para a gente. ¨ A dona Maria que não completou os estudos, pois trabalhou na roça desde os 9 anos de idade. Apesar do desejo de trabalhar no escritório da empresa e fazer alguma coisa diferente, ela disse que foi o currículo como uma forma de brincadeira, já que não sabe escrever. De acordo com a bisneta, uma empresa de vinhos chegou a entrar em contato com a família depois da repercussão e disse que doar garrafas todo mês à idosa. Já Juliana disse que pretende levar a dona Maria para fazer um passeio pela empresa quando a pandemia acabar. ¨Tem muita empresa entrando em contato, querendo o telefone dela e já ganhou muito vinho que eu sei. Ela está uma celebridade na cidade, todo mundo só fala disso¨, afirma Juliana.
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¨Conheça a história da primeira vacina do mundo descoberta há 224 anos na Inglaterra¨
Edward Gene iniciou o combate ao vírus da varíola; processo foi descoberto 100 anos antes de que o mundo tomasse conhecimento sobre o que eram os vírus. Em 14 de maio de 1796, cem anos antes de que o mundo soubesse o que são os vírus, o médico rural inglês Edward Jenner descobriu a primeira vacina, capaz de combater um dos piores deles. Foi usando o vírus de uma doença adquirida da vaca, que provocava lesões muito similares à varíola, que ele conseguiu criar o medicamento capaz de combater essa doença. A varíola era uma ameaça gigantesca â humanidade e a batalha contra ela era travada há séculos. Sabe-se hoje que esta foi a doença viral que mais matou na história. ¨Era tida como o ¨horror¨ da época! Só para fazer uma comparação a nova corona vírus tem uma taxa de letalidade global de 6,5%, a varíola tinha taxas de 30%, contextualizada a virologista Clarissa Damaso, assessora da Organização Mundial de Saúde (OMS) para pesquisas sobre o vírus da varíola. O impacto da enfermidade impressionava, principalmente pelas pústulas provocadas no corpo, bolhas com pus que apareciam pela pele, Jenner então, resolveu testar algo que outros cientistas já haviam observado com relação a este sintoma: mulheres que ordenhavam vacas, na Inglaterra, eram conhecidas pela beleza e não apresentavam as marcas da varíola, muito recorrentes em grande parte da população. Acreditando que as ordenhadoras que haviam adquirido das vacas uma doença semelhante, porém mais branda, estavam protegidas contra varíola, há 224 anos, o médico fez um experimento ousado (e responsável, diante dos moldes sanitários atuais): retirou a substância da lesão de uma dessas mulheres e inoculou em uma criança de 8 anos, James Phipps, filho de seu jardineiro. Seis semanas depois, no outro braço da criança, inseriu o próprio vírus da varíola e o garoto não adquiriu a doença! ¨É um raciocínio cientifico perfeito e um experimento que fazemos até hoje chamado de ¨desafio¨. Nele você deve provar que algum vírus pode ser vacina! Claro que, atualmente, não se faz isso com humanos¨, explica Damaso. O pai da imunologia repetiu os testes e, em dois anos, apresentou resultado em 21 testes diferentes. Em 1800, o processo ganhou nome ¨vacinação¨, em referência a ser derivado da ¨vaca¨. RACIOCÍNIO SAGAZ E MUITA SORTE. A descoberta de Jenner ocorreu em uma época obscura para a ciência, quando doenças infecciosas eram justificadas como fruto de forças negativas. ¨Ele era um cara à frente do tempo. Estava a 100 anos antes da descoberta dos vírus, não tinha noções de imunologia ou dos postulados de Koch, que mostravam como doenças infectocontagiosas eram transmitidas…¨ exemplifica a assessora da OMS. O médico inglês teve a percepção inclusive, de deixar o vírus bovino agindo um tempo no corpo do garoto. Como Clarissa Damaso explica, ele imaginou que o organismo teria o que formular uma resposta e se tivesse inoculado varíola no dia seguinte ao vírus vacinal, o menino teria desenvolvido a doença. ¨Ele esperou seis semanas que é realmente o prazo aproximado que a gente espera. Ele foi fantástico no raciocínio na elaboração de conclusões¨, explica ela. O pai da imunologia contou ainda com uma sorte grande, já que são raras as doenças em que um vírus diferente do causador da enfermidade seja capaz de atenuá-la. O vírus usado por Jenner não é o da varíola, é um do mesmo gênero. E essa família tem a particularidade de que vírus do mesmo gênero protegem contra a doença por outros. Ele não sabia disso nessa época e deu sorte, porque não é comum. Por exemplo, se você tiver dengue não está protegido de febre amarela ou zika, mesmo sendo todos do mesmo gênero¨, define o virologista. ¨FAKE NEWS¨ ANTI-VACINA. Sagacidade de raciocínio e êxito no experimento não foram suficientes para convencer uma comunidade ainda temerosa quanto à eficácia das vacinas. Clarissa Damaso explica que, em algumas regiões da Inglaterra, Jenner foi ridicularizado porque, às vezes, o vírus bovino não funcionava. Uma hipótese é que existia um outro vírus em animais que gerava lesões similares às conhecidas pelo médico, mas, como pertencia a um gênero diferente, não protegia contra a varíola. Havia também os que consideravam o processo um absurdo. Charges divulgadas em jornais da época satirizavam a vacinação mostrando pessoas imunizadas se transformando em vacas, Jenner, então, construiu uma choupana em sua casa e se isolou para continuar vacinando as pessoas que desejassem. Aos poucos, os benefícios foram se mostrando evidentes e sendo divulgados pelo planeta. Em 13 anos, todo o mundo já tinha recebido uma amostra do vírus vacinal. UM VÍRUS EXTINTO. Apesar da eficiência do processo, campanhas de vacinação desordenadas faziam com que a varíola continuasse aparecendo. Em 1968, a estimativa era de que o mundo alcançasse ainda 15 milhões de casos anuais. E foi através de ações organizadas que neste mesmo ano a OMS começou a atingir toda a população mundial, uma batalha finalizada apenas 10 anos depois. Assim como o primeiro teste da vacina foi feito no mês de maio, há quatro décadas a batalha contra a varíola foi finalizada em mesmo mês e aquietou um tormento de milhares de anos com a certeza de que o mundo e todos os seus povos estavam livres da varíola. ¨Essa é, até hoje, a única doença humana erradicada. Ter atingido esse feito é um orgulho muito grande¨, assume Clarissa Damaso.
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¨Aos 54 anos, faxineira é aprovada no vestibular da Unesp¨
De origem humilde, Maria Helena Rosa, 54 anos é faxineira na Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Bauru (SP) desde 2013. E foi com o apoio dos filhos e a determinação nos estudos que ela conquistou uma vaga para o curso de licenciatura em biologia na 1 chamada do vestibular Unesp em 2021. Por meio dos programas de incentivo aos estudos oferecidos pela universidade, a faxineira que atualmente mora em Bauru (SP), pôde voltar para a sala de aula e concluir o ensino médio através do PEJA (Projeto de Educação de Jovens e Adultos). Ali também ingressou em um cursinho pré-vestibular. Segundo Maria, ¨a imersão no universo educacional no trabalho reacendeu meu desejo em retornar os estudos¨. Os últimos quatro anos foram de dedicação intensa aos estudos e muitos desafios enfrentados, conta a faxineira. ¨Eu não tenho computador, então eu aprendi a estudar com os livros¨, comenta. ¨Foi uma rotina de estudos puxada, eu me dividia entre trabalho, o PEJA e mais o cursinho pré-vestibular do Primeiro de Maio aqui de Bauru¨¨, explica. Segundo Maria, o apoio dos filhos foi muito importante. ¨Geralmente são as mães que ficam no pé dos filhos, mas aqui foi o contrário e em dose dupla, eles que ¨puxavam minha orelha¨ para manter o foco nos estudos¨ brinca. Para a recém caloura a escolha do curso nasceu da paixão que ela tem pelas plantas em sua casa. ¨Eu gosto muito da terra, de plantar. E isso me faz lembrar do meu passado, dos meus pais¨, diz emocionada. A lista dos aprovados do vestibular da Unesp foi divulgada no dia 27 de maio. A faxineira relembra como foi a reação ao ver seu nome ali. ¨Logo no início, eu não queria olhar, estava com medo, mas curiosa, abri pelo celular e vi meu nome¨, lembra. ¨Eu fiquei sem reação, depois comecei a chorar muito…foi a quinta-feira mais feliz da minha vida¨, diz. Quando saiu de Guaimbê, no interior de São Paulo, em 1970, onde vivia na roça com os pais, Maria Helena não imaginava que chegaria tão longe. ¨Sou mãe solteira criei meus filhos sozinha. Trabalhei em casa de família e também em uma sorveteria por 26 anos conta. ¨Na roça, eu não tinha condições para estudar, tudo era muito difícil, mas o mundo se modernizou e vi que precisava seguir junto com os meus filhos, que são formados no ensino superior, precisava estudar e me formar em uma faculdade¨
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¨Empresário doa mais de R$ 240 mil para pagar contas atrasadas de 114 famílias. ¨
O empresário aproveitou um momento de sucesso nos negócios para oferecer uma poderosa ajuda às famílias em necessidade. Confira!
A generosidade e a capacidade de pensar no bem do próximo são algumas das qualidades mais importantes que uma pessoa pode ter. Michel Esmond, um empresário de 74 anos, da Flórida, nos Estados Unidos, provou que carrega esses valores consigo. Uma matéria da CNN contou sobre o nobre gesto do homem no fim de 2020, que ajudou a devolver a esperança a muitas famílias que viviam dias difíceis. Em 2019, o empresário já havia pagado as contas de luz de 36 residências de sua comunidade e no ano seguinte resolveu expandir um pouco mais sua ajuda. A região em que vive foi atingida pelo furacão Sally, em 2020, as crises provocadas pela pandemia de covid-19 tornaram as coisas ainda mais sérias, então ele aproveitou este momento complicado para espalhar o bem. Como sua empresa viveu um momento positivo durante o ano, Esmonda doou US$ 7.615,40 (equivalente a aproximadamente R$ 240 mil) para quitar as contas atrasadas de 114 famílias em situação crítica. Ele afirmou que o ano de 2020 foi ainda mais significativo para ele do que 2019, por conta da pandemia, do desemprego e da destruição do furacão, e que toda a situação o impactou muito, por isso resolveu fazer algo para apoiar a comunidade. O cheque feito por Esmond cobria as contas de pessoas em débito havia 60 dias, algumas tinham contas com mais de 30 dias de atraso. Seu olhar atento e generoso à população é fruto de uma compreensão muita verdadeira. O empresário já vivenciou um momento complicado na década de 1980, quando duas concessionárias foram fechadas. Nessa época, Esmond enfrentou problemas para pagar contas e criar as três filhas. Por isso, ele disse que se identifica com as pessoas ¨que sofrem e não conseguem pagar as contas¨ e que esse foi um de seus ¨maiores motivadores¨ em ajudar. O empresário disse que espera que sua doação tenha ajudado aqueles que ¨não podem pagar suas contas e colocar comida na mesa¨, e que tire um pouco do estresse por conta de sua realidade atual. Uma atitude realmente poderosa. Apoiar aqueles que estão passando por dificuldades é uma prova de nossa humanidade e empatia, e um gesto que precisa ser mais incentivado.
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¨IDOSA REPRODUZ CASA DE CAMPO DA RAINHA ELIZABETH II APENAS EM TRICÔ¨
A impressionante maquete construída por Margaret Seaman, que tem 92 anos, mede mais de 5 metros de comprimento.
Em homenagem à monarquia britânica, a aposentada Margaret Seaman, de 92 anos, decidiu fazer um projeto ousado. Usando apenas linha e agulha, a senhora reproduziu em detalhes a Sandringham House, uma das casas de campo da rainha Elisabeth II. A maquete criada por Margareth tem 5,5m de comprimento por 1,8m de altura. Muito além de representar os jardins da residência, contudo, o projeto ainda conta com os detalhes da arquitetura da casa, como as chaminés e janelas decoradas. A incrível maquete foi apresentada ao público pela primeira vez no início deste ano e, após chamar atenção de muitos britânicos, foi levada para a própria Sandringham House. Exposto no salão de baile da residência desde o último sábado, 17, então, o projeto ficará disponível para visitação até o final do mês de outubro. ¨Estou absolutamente emocionada por ter sido convidada a mostrar meu trabalho na verdadeira Sandringham House¨, afirmou Margaret em comunicação oficial. Nesse sentido, a aposentada ainda informou que o dinheiro arrecadado na mostra será revertido para o NHS, o serviço público de saúde do país. A exposição da maquete de tricô já doou mais de 3 mil libras (cerca de R$ 21 mil). ¨Para mim, é uma questão de me manter ocupada e arrecadar dinheiro para boas causas¨, afirmou a idosa, que ainda tricotou uma réplica da igreja de Santa Maria Madalena, onde a família real costuma assistir às missas de Natal. ¨Eu tenho que continuar me beliscando. Nunca pensei que algo assim fosse acontecer. ¨
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¨Mulher de 60 anos, que caminhava 40km para ir e voltar do serviço, ganhou carro de colegas da empresa¨
A união dos colegas de trabalho proporcionou nova realidade à mulher tão trabalhadora e dedicada. Entenda!
A estadunidense Darlene Quinn testemunhou de perto a generosidade dos seus colegas de trabalho quando passava por um período complicado. De acordo com matéria da Fox2, no fim de 2019, quando tinha 60 anos, a mulher que trabalha como manipuladora de pacotes numa instalação de pacotes numa instalação da FedEx (empresa de remessa expressa de correspondência dos Estados Unidos), caminhava aproximadamente 40km para ir e voltar do trabalho, todos os dias. Darlene começou a se locomover a pé porque o seu carro quebrou e ela não tinha condições de arrumá-lo. Segundo seu colega de trabalho, Josh Lewis, a mulher caminhava ¨na chuva, no frio, em qualquer condição climática que fosse necessária para trabalhar e se sustentar¨. Ele e outros funcionários da empresa se solidarizaram com a situação da mulher e começaram a lhe oferecer carona sempre que a encontravam pela rua. Darlene, que foi descrita como ¨muito humilde e grata¨, sempre oferecia o dinheiro da gasolina aos colegas, mas eles se recusavam a aceitá-lo, como forma de apoiá-la. Lewis disse que a mulher estava trabalhando seis dias por semana para tentar economizar e comprar um carro melhor. Ela poderia ter continuado a trabalhar e a se esforçar caminhando por muito tempo, mas seus colegas de trabalho tiveram uma ideia incrível para ajudá-la a conquistar o seu objetivo muito mais cedo: criaram uma arrecadação de fundos. Josh criou uma página no Confundem e, uma semana depois, mais de 100 outras pessoas já haviam contribuído com o suficiente para comprar um novo veículo para Darlene. Ele também contou que, quando já tinham conseguido o carro, resolveram surpreender a colega no trabalho. O colega disse que o momento ¨foi incrível¨ e que a mulher começou a chorar, sem acreditar no gesto de empatia e carinho que haviam preparado para ela. Em uma rede social, Josh deixou documentado o momento, que tocou muitas pessoas. Como a história repercutiu nas redes sociais e imprensa local, Darlene também foi procurada por empresas da região que lhe ofereceram trocas de óleo gratuitas e manutenção dos pneus, quando necessária. Muito emocionada e grata, a mulher, agora motorizada, escreveu um cartão de agradecimento a todos os apoiadores dessa inciativa tão especial. Lewis, que recebeu o bilhete da trabalhadora, disse que ¨sorriso e a alegria que borbulhavam dela compensou tudo¨. Que gesto incrível! Esse é o tipo de colegas de trabalho que todos nós gostaríamos de ter. Parabéns a todos os envolvidos!
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¨Aos 72 anos, este senhor sem pernas já plantou mais de 17 mil árvores e salvou uma floresta inteira!
Uma história incrível de amor e dedicação à natureza. Confira!
Fala-se muito sobre a importância das árvores para preservação do meio ambiente e da nossa qualidade de vida. No entanto, muitas pessoas parecem não compreender o seu valor. O desmatamento e o desrespeito com a flora são um problema sério em todo o mundo, que já começaram a afetar seriamente a vida de todos nós, embora nem sempre sejamos capazes de perceber. Felizmente, a natureza pode contar com alguns heróis humanos, que andam na contramão das tendências negativas e dedicam sua vida a preservá-la e nutri-la. Esse é o caso do chinês Ma Sanxiao. O veterano chinês, atualmente com 72 anos, é uma inspiração para todos nós e nos mostra que todos podemos nos esforçar para cuidar da natureza, não importa a nossa realidade de vida. Uma matéria do Daily Mail conta que Ma se juntou a uma tropa na província de Fujian quando tinha 20 anos para fazer um treinamento para espião militar. Três anos depois, ele teve uma infecção durante uma missão e contraiu sepse, doença potencialmente fatal causada pela resposta do corpo a uma infecção. A doença prejudicou seriamente a sua saúde, forçando-o a se aposentar em 1974. Após o grande choque, Ma se reinventou e trabalhou como professor e agricultor. No ano de 1984, a doença piorou, causando uma séria inflamação na perna esquerda, o que levou sua família a pedir dinheiro emprestado para tratá-lo. Apesar dos esforços, os médicos não conseguiram salvar o membro, que precisou também ser amputado em 2004. No ano 2000, o relacionamento do veterano chinês com as árvores começou. A princípio, era apenas uma maneira de pagar os muitos empréstimos para o seu tratamento e para sustentar sua família. No entanto, quando sua história foi amplamente divulgada, o idoso começou a receber apoio financeiro do governo. Desse momento em diante, Ma deu continuidade ao seu trabalho e justifica dizendo que ¨quer retribuir a sociedade e agradecer ao governo pela ajuda¨. Em mais de 20 anos de trabalho, o idoso plantou mais de 17.000 árvores numa montanha antes abandonada. Segundo informações, o chinês ajudou a reconstruir o ecossistema ao redor da Cordilheira Taihang, que era alvo do desmatamento, e acabou se tornando uma espécie de ¨deserto¨. Com seu trabalho de amor e dedicação, ele salvou o local, que fica perto de sua casa. O China News contou que Ma costuma sair de casa às 5 horas, antes do nascer, para fazer a plantação, e costuma passar o dia todo no local, sozinho. Ele se locomove com a ajuda de um ¨tuk tuk¨ (meio de transporte motorizado comum na Ásia) e de seus membros artificiais. Quando chega ao local do plantio, Ma remove as próteses, coloca luvas grossas e rasteja-se no chão com suas ferramentas até o destino final. Essa missão, que não é sempre fácil, já levou a alguns acidentes, que lhe custaram a perda de um dedo mindinho. No entanto, o idoso não se arrepende do seu trabalho. Ele disse que ama passar o tempo com as árvores, que elas são como os soldados que comandou e que ¨enquanto viver¨ continuará plantando-as. Vida longa a esse senhor tão forte e inspirados!
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¨Amo servir¨: Idosa doa mais de 1.700 pães todos os dias a 130 famílias carentes.
Além dos pães que ela mesma assa, a vovó Tutu ainda distribui cerca de 300 litros de chá todos os dias, tudo para ajudar quem mais precisa! Neste exato momento, inúmeras famílias precisam de ajuda. A pandemia agravou a fome e aumentou o desemprego, acelerando o processo de desigualdade social que o país já vinha enfrentando. Sem renda fixa, muitos não têm o que comer e precisam ver os próprios filhos passando fome, tentando arrumar na rua um pouco de dinheiro para conseguir pagar, ao menos, uma refeição no dia. Aos 69 anos, Maria Paulina, também chamada de vovó Tutu, realiza em Brasilândia, na zona norte de São Paulo. Depois que os próprios netos decidiram publicar vídeos da idosa fazendo os pães que seriam doados na comunidade, a popularidade da ação aumentou, abrindo possibilidades para que ela ajudasse ainda mais pessoas. Todos os dias, s vovó Tutu assa cerca de 1.700 pães e os distribui junto com 300 litros de chá para a comunidade carente. A boa ação foi incentivada em Maria Paulina quando ficou cerca de sete anos internada como órfã em uma instituição de freiras. Filha de um lavador de carros e uma empregada doméstica, a realidade era humilde, e o pai, por vezes, agia com muita violência. Para proteger Maria Paulina, a mãe decidiu interná-la como órfã na Casa da Divina Providência Madre Teresa Michel, onde ela começou a ter exemplos diários de caridade e boa ação. Ela conta que sempre admirava muito as irmãs que saíam para pedir doações, e isso acabou se estendendo, mesmo quando deixou o local, aos 14 anos, despertando uma imensa vontade de ajudar o próximo. Assim que saiu da casa, conseguiu trabalho no Hospital das Clínicas, na área da limpeza, e costumava ver com muita frequência mães com filhos em situações de extrema vulnerabilidade social. Maria Paulina revela que, nessa época, costumava ir ao refeitório do local pedir um lanche ou qualquer alimento que estivesse sobrando para poder alimentar essas famílias. Em alguns momentos, ela até pegava, escondida, tudo para matar a fome das crianças. Depois de 12 anos trabalhando no hospital, vovó Tutu deixou o lugar para vender marmitas e lanches. O negócio fazia sucesso, ela chegava a vender até 100 marmitex por dia para os antigos colegas de trabalho. Além de seis filhos biológicos, ela ainda adotou quatro crianças que precisavam de uma família, sempre distribuindo o que mais tinha em seu coração, o amor. Antes de criar o atual projeto, Maria Paulina começou aos poucos a ajudar quem precisava. No início, fazia festas de aniversário, para as crianças pobres do bairro, depois passou a pensar em estratégias e programações, também para os idosos da mesma comunidade. Ela conta que chegou a montar um salão em cima da própria casa para conseguir dar conta do trabalho voluntário. O maior sonho da senhora sempre foi montar o próprio restaurante, então no fim de 2019, um dos filhos alugou um espaço para que ela pudesse fazer ali o Cantinho da Vovó Tutu. Ela conta que eles foram organizando o espaço comprando todos os móveis, deixando tudo perfeito. Conforme começaram a atender, foram também montando a rede de clientes do restaurante, mas logo começou a pandemia. Como não conseguiu arcar com as despesas do local, Maria Paulina precisou fechar o restaurante antes mesmo que ele completasse um ano. A sensação de impotência e fracasso tomou conta dela, sem o empreendimento que tanto sonhava. Mas logo a percebeu que a pandemia faria com que a população carente das periferias passasse fome, e percebeu que tinha de fazer algo. Com um dinheiro que tinha guardado, ela começou a fazer pães para doar, entregando cerca de 200 por dia, apenas para algumas famílias que moravam ali perto. Em poucos meses, o número de pessoas que apareciam no portão da vovó Tutu atrás dos pães aumentou, foi quando ela começou a pensar que não daria conta de produzir mais do que aquilo que já fazia. Os netos decidiram ajudar Tutu, e o vídeo publicado nas redes sociais fez com que muitas pessoas doassem o que tinham para ajudá-la. Ela conta que começou a receber muita coisa, muitos apenas passavam na frente da sua casa e deixavam as doações. Além disso, sua família decidiu ajudar, e mais pessoas puderam ser atendidas. A vovó Tutu atende cerca de 130 famílias todos os dias, distribuindo dois pães por pessoa e chá, matando a fome de quem mais precisa. Agora, o objetivo é continuar expandindo e, para isso, Maria Paulina criou o Instituto Vovó Tutu, onde planeja capacitar jovens e adultos na panificação, para que possuam uma renda capaz de ajudar suas famílias.
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¨Eletricista se comove com idosa vivendo em casa em ruínas e convoca amigos para reforma gratuita¨
Chamado para consertar lâmpadas na casa de uma idosa de baixa renda, o eletricista ficou tão tocado com a situação dela, vivendo sozinha em uma casa em ruínas, que decidiu convocar toda a comunidade para fazerem uma reforma na casa dela – de graça. Como muitos idosos, Gloria Scott vive com uma renda limitada. Às vezes isso significa fazer escolhas difíceis. Se o dinheiro está apertado, os reparos e a manutenção da casa costumam ser as primeiras coisas que ela deixa de lado. Entretanto, quando a lâmpada do teto da casa da idosa queimou, ela decidiu que não daria para viver no escuro. Embora soubesse que seu orçamento seria afetado, ela chamou o eletricista John Kinney para fazer os reparos necessários. Mal sabia a senhora de 72 anos, ela não estava apenas contratando um eletricista, ela estava contratando um cavaleiro de armadura brilhante também. Profundamente preocupado com o extremo estado de abandono em que encontrou a casa da idosa, o eletricista não conseguiu tirar a situação desesperadora da mulher da cabeça. ¨Sem luz, água corrente…eu {a vi} em uma sexta-feira e essa situação me abalou durante todo o fim de semana…eu disse, ¨Tenho que voltar lá¨, disse Kinney à CBS. Kinney então voltou para a casa da idosa e começou a trabalhar em alguns outros reparos muito necessário – gratuitamente. Mas ele não parou por aí. Kinney criou uma página no Facebok ¨Vovó precisa de ajuda¨ para solicitar que outros comerciantes locais também ajudassem. A resposta à sua ação foi incrível. Com uma parte impressionante da comunidade de Woburn, Massachusetts (EUA), se unindo no chamado, até agora, a casa de Scott recebeu novos sistemas elétricos e de encanamento, novas janelas e extensos reparos nas paredes, tetos, degraus e varanda. Enquanto os vizinhos labutavam na limpeza da passagem e em novos projetos de plantio, um fluxo constante de doações de alimentos fluía para alimentar os voluntários. Dizer que a vovó ficou pasma com a demonstração de generosidade é um eufemismo. ¨Olhe para essas pessoas¨ ela exclamou¨… {. Você} nem consegue compreender a gratidão que eu sinto. O projeto foi um sucesso tão grande que Kinney decidiu levá-lo para o próximo nível. Chamando a iniciativa Gladia´s Gladiators, ele espera inspirar uma legião de outros cavaleiros em armaduras brilhantes para ajudar idosos necessitados em suas próprias comunidades
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¨Pedreiro que pedalava 42 km por dia para estudar se forma em Direito
A educação é a base para uma vida de sucesso e um direito de todos nós. Ainda assim, não é fácil para todo mundo conseguir estudar. Algumas pessoas enfrentam grandes dificuldades para terem acesso à informação. Mas isso não desmotivou o senhor Joaquim Corseno, sua história conheceremos a seguir. Joaquim é um senhor muito simpático de 63 anos que recentemente conseguiu realizar um grande sonho: concluir o ensino superior em Direito. Mas sua jornada não foi nada simples. Ele vive longe da faculdade de direito em que estudava, em Vitória, capital do Espirito Santo, e seu meio de locomoção para a faculdade era apenas uma bicicleta. Por isso todos os dias ele pedalava 42 km para estudar. Essa realidade poderia tê-lo feito desistir, mas apenas o motivou a ir ainda mais longe. Seu sonho é ser delegado, e era pensando nisso que ele enfrentava o longo caminho todos os dias. A História de vida de Joaquim Corseno. Joaquim nasceu em Itaumirim, Minas Gerais, e mudou para o Espírito Santo no começo da vida adulta. Com mais de 20 concluiu um curso técnico em Administração. Quando tinha pouco mais de 20 anos, fez um curso técnico em Administração e passou na Universidade Federal do estado para cursar Ciências Contábeis, porém não pôde concluir o curso porque precisava trabalhar. A necessidade o fez começar a ser ajudante de pedreiro e ele continuou nessa profissão, aperfeiçoando-se com o tempo. Mas a vontade de estudar e ter uma formação superior nunca deixou seu Joaquim, e ele juntou dinheiro durante muitos anos para conseguir estudar. Foram ao todo R$ 55 mil para os estudos. Em uma participação no programa Encontro, da Rede Globo, Joaquim Corsino falou um pouco sobre a história. ¨Eu sou um camarada que gosta das coisas honestas. Sempre quis fazer um curso de Direito para ajudar outras pessoas¨ Ele começou o curso em 2008 e chegou a fazer 4 semestres, mas não pôde concluí-lo na época por um problema de dinheiro. ¨Um amigo pediu R$ 4.500 emprestados e não pagou. Aí eu tive que parar a faculdade para juntar mais dinheiro para pagar o curso todo¨ Em 2012, Joaquim finalmente conseguiu retomar os estudos, e todos os dias pedalava 42 km para estudar. Foi um período longo, mas ele não desistiu, e conseguiu ir até o final! Bacharel em Direito, o próximo objetivo dele é passar na prova da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Depois disso, dará o próximo passo para realizar o sonho de ser delegado. ¨Quando eu leio à Constituição no artigo quinto, que fala que todos têm direitos iguais, vejo que tem muita cosa boa nela e eu gostaria de contribuir para isso¨. Um grande exemplo, que mostra o quanto a educação é importante para transformar vidas e o quanto deve ser valorizada.
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¨Ex-aluno arrecada R$ 154 mil e ajuda a mudar a vida de professor que morava em seu carro¨
Esse aluno ajudou a transformar a vida de seu professor, através de um gesto muito poderoso de solidariedade. Confira!
Muitas vezes, as oportunidades de ajudar alguém aparece das maneiras imprevisíveis. Foi isso que aconteceu com um jovem dos Estados Unidos que, ao se deparar com uma realidade muito complicada, tomou uma decisão de muita generosidade e está ajudando a mudar uma vida. Durante alguns dias, no caminho para o trabalho e na volta para a casa, Steven Nava percebeu que havia um homem estacionado com o seu carro no mesmo lugar, até quando o tempo estava complicado. Ele achou um pouco estranho, e levou algumas semanas para entender que se tratava de uma pessoa sem lar, que estava vivendo dentro do veículo. Steven sentia que o homem era familiar e, depois de um tempo, lembrou-se que se tratava de José Villaruel, também conhecido como o Sr. V. Villaruel, de 77 anos, um professor substituto, do ensino médio. Ele conversou com o homem e perguntou por que estava naquela situação, e o professor lhe respondeu que tinha ficado sem lar por conta da pandemia e que estava tendo bastante dificuldades para se reerguer, por isso estava vivendo em seu carro no último ano. Comovido com a situação do seu ex-professor, Steven sentiu que deveria ajuda-lo, e deu início a uma campanha especial, que mudaria a realidade do idoso. No seu perfil no Twitter, contou toda a história acima, disse que deu 300 dólares (equivalente a R$ 1.692, na cotação atual) a professor e pediu ajuda para quem pudesse fazer doações. O jovem contou também que Sr. V. Villaruel ficou muito impressionado ao receber o dinheiro, e o abraçou com lágrimas nos olhos. O jovem queria fazer mais pelo professor, por isso abriu uma vaquinha on-line, para que as pessoas pudessem deixar suas contribuições. A resposta da comunidade foi incrível e muito rápida. A meta de arrecadação, de 15 mil dólares, foi batida em poucos dias, e o jovem encerrou a campanha com 27.480 dólares arrecadados, equivalente a mais de R$ 154 mil. Steven compartilhou as atualizações na rede social e convidou os ex-alunos de Sr. V. Villareal a se reunirem com ele para celebrar seu aniversário, que aconteceu na semana passada. Em entrevista para o Today, Steven disse que a reunião aconteceu e que ele queria que o professor sentisse que é cuidado e amado por todos aqueles que ajudou ao longo dos anos. Durante a festa, depois de receber o dinheiro, o professor disse que essa e uma experiência de vida que ficará marcada para sempre, e que fala aos alunos para continuarem em frente, apesar das dificuldades. Que história especial! Graças à empatia de Steven, Sr. V. Vilaruel terá nova vida daqui para a frente. Que atos como esse sejam cada dia mais comuns.
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¨Asilo mantém creche em suas dependências para idosos fazerem companhia a crianças (e vice-versa) ¨
Idosos que vivem em asilos, muitas vezes, sofrem com a solidão. Crianças pequenas, cujos pais precisam trabalhar, necessitam de alguém para ficar de olho nelas. Então, por que não juntar o útil ao agradável e promover o encontro desses dois grupos? Esta foi a sacada do lar para idosos Providence Mount St. Vincent. Localizado em Seatle, nos EUA, o asilo mantém uma creche em suas dependências que recebe crianças de até 5 anos de idade. Com acompanhamento de profissionais capacitados, meninos e meninas passam o dia com os idosos, fazendo atividades como dança, pintura, contação de histórias e música. Batizada de intergenerational Learning Center (Centro de Aprendizagem Inter geracional, em português), a iniciativa só traz ganhos para as crianças e os idosos! Enquanto eles têm a oportunidade de se ocupar e retomar o sentimento de ¨família¨ que, muitas vezes, perdem nos asilos, elas passam o dia se divertindo e aprendem, desde cedo, a respeitar os mais velhos e a conviver com as diferenças. Não é uma ótima troca? A ideia deu tão certo que o governo do Estado de Washington já está, até mesmo, oferecendo ajuda de custo para famílias carentes que gostariam de colocar seus filhos na creche do asilo Providence Mount St. Vincent, mas não tem condições financeiras. Curtiu? Então, você não pode deixar de assistir ao documentário PRESENT PERFECT (Presente Perfeito, em português), que conta a história da iniciativa.
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¨Idoso adapta bicicleta para levar cãozinho a todos os passeios. São Inseparáveis!
Para que Bobby não ficasse cansado quando saíssem, o dono tornou as trajetórias mais confortáveis e agradáveis para o seu amigo peludo, colocando uma caminha de bicicleta. Ao mesmo tempo em que percebemos que alguns indivíduos são completamente desrespeitosos e rudes com animais de estimação, também vemos o outro lado se manifestando com frequência, a bondade ilimitada, o amor que transborda. Os verdadeiros amantes dos animais buscam prover conforto e bem-estar para seus companheiros, sabendo que eles são os que melhor compreendem os sentimentos dos humanos. Já reparou como os cães nos olham com um olhar apaixonado? Querem apenas o nosso melhor, carinho, afeto e atenção, boa alimentação, um local onde dormir de maneira segura, um pouco de atenção e brincadeiras, e algumas visitinhas ao veterinário. Não é preciso muito para manter seu amigo em boa forma e feliz. Pensando no conforto do seu companheiro, Oscar adaptou sua bicicleta para carregar Bobby por onde quer que fosse, sem cansá-lo. Na foto que circula pelas redes sociais, vemos o tamanho da felicidade do cãozinho, que sabe e sente o quão querido e amado é por seu dono, apenas observando seu sorriso largo e contagiante. Oscar trouxe conforto para o dia a dia do animal, colocando na ¨cama¨ uma espuma espessa e confortável para que Bobby pudesse ali se deitar. O colchão fica na parte da frente da bicicleta, em uma espécie de cesta, e os dois podem passear por onde quiserem juntos. Os amigos inseparáveis moram em San Juan, na Argentina, e adoram sair de casa para conhecer lugares ou simplesmente fazer as coisas rotineiras. Muitos vizinhos e amigos pensaram que Bobby estava com alguma doença ou havia se acidentado, já que ele passou a carregar o bichinho de uma hora para outra. Mas Oscar foi bem categórico ao explicar para os curiosos de plantão que ele estava apenas garantindo ao amigo um pouco de conforto, pois é assim que a vida deveria ser para todos, não apenas para os humanos. Você pode estar se perguntando se a adaptação possui alguma medida de segurança, cinto ou outra estrutura capaz de garantir que o animal não caia dali. Mas é preciso observar que Oscar é de origem humilde, ele criou aquela ¨cama¨ para que os dois pudessem estar sempre juntos, sem precisar deixar Bobby para trás, caso o destino fosse distante. É preciso sempre respeitar as leis de segurança, usando equipamentos de proteção, como exemplo capacete. Existem algumas bolsas e outras formas mais seguras para carregar os pets em bicicletas, mas sabemos que essa não é uma realidade de todas as pessoas. Muitas não têm dinheiro para comprar todos esses apetrechos, e se aproveitam da falta de fiscalização para transitar pela cidade. A felicidade de Bobby e o gesto de Oscar podem ser interpretados como puros, cheios de amor e apenas para garantir conforto. Esperamos que nunca aconteça nenhum acidente e o dono possa, no futuro, investir em equipamentos que garantam a ele e seu companheiro transitar em segurança.
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¨Professora faz e distribui sacos de dormir para pessoas com frio no RS¨
Uma professora vem tentando mudar um pouco os dias gelados de pessoas em situação de rua em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Lídia Pereira costura e distribui sacos de dormir para quem precisa passar a noite na rua. Ela teve a ideia quando passava por um momento muito difícil. A gaúcha tratava um câncer de mama e fazia as sessões de radioterapia. ¨Um dia, na frente da Santa Casa, tinha um rapaz varrendo para poder colocar um papelão para dormir. E eu já tinha visto esse projeto no YouTube, de uma senhora de São Paulo, e reproduzi¨, contou. BOA AÇÃO – Isso foi em 2009 e mesmo agora, curada do câncer, ela disse que faz questão de continuar a boa ação. Ela usa lona de guarda-chuvas usados para fazer o saco e para recheá-lo, Lídia coloca cobertores, coletados a partir de doações. Depois que os sacos de dormir estão prontos, ela e o marido, Wagner, saem às ruas para fazer a distribuição entre as pessoas necessitadas. ¨A gente acredita que, nesse mundo, a gente não veio só para comer, dormir e passar. A gente tem que deixar a nossa marca. Então se a gente pode fazer a diferença na vida de alguém doando seis guarda-chuvas costurados, a gente vai fazer¨, afirma. Ela disse que aceita doações. Com mais material, a professora se engaja para distribuir mais sacos de dormir e poderá ajudar outras pessoas em vulnerabilidade social.
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¨Brasileiro que mora na Suécia cria rede para distribuir comida na Pandemia¨
Nascido e criado em João Dourado, no sertão baiano, João Paulo Souza da Silva, 32 anos, saiu de casa sozinho aos 10 anos e foi até uma escola em Feira de Santana pedir para estudar. Alguns anos e muitos livros depois, conheceu uma sueca que se tornaria sua namorada e o levaria para a Europa. Quando a crise chegou à Suécia, com a pandemia de corona vírus, João decidiu se mobilizar para distribuir comida em Estocolmo e acabou criando uma rede que ajuda pessoas no mundo todo. Em março, começava a tomar forma o grupo ¨Comida para todos¨ no Facebook, que cresceu rapidamente. Por meio da rede social, João passou a perguntar as pessoas se precisavam de ajuda e a oferecer auxílio a idosos que não podiam ir às compras¨. Na mesma semana começamos a cozinhar¨, conta. ¨No início eu cozinhava três vezes na semana. Saia de bicicleta por algumas partes de Estocolmo e distribuía comida para os moradores de rua. Os membros do grupo que hoje tem 2400 membros de diferentes nacionalidades, arrecadam dinheiro e eu envio uma parte para os necessitados por meio do Suish, sistema de pagamento eletrônico¨, diz. Deixei meus estudos e o meu trabalho fixo de cozinheiro e não me arrependo. Encontrei o real sentido da vida. Outra parte do dinheiro arrecadado é usada para a distribuição de cestas básicas e produtos de higiene, máscaras e álcool em gel para pessoas em situação de vulnerabilidade. ¨Fazemos também a distribuição de roupas para quem precisa e ajudamos 48 famílias no Brasil com cestas básicas. Agora cozinhamos uma vez por semana, de 100 a 120 marmitas. A primeira cozinha foi montada em Sodermalm, bairro jovem no sul da capital sueca, em um restaurante onde João Paulo havia trabalhado anteriormente. Algumas empresas contribuíam com embalagens descartáveis. Agora eles preparam comida onde há disponibilidade, mas ele espera tornar a atividade mais permanente, mesmo depois da pandemia. ¨Quero encontrar um local mais amplo para receber os sem teto para um café, almoço, distribuir roupas de inverno, etc, diz. ¨Já faz nove meses que eu trabalho com isso voluntariamente. Deixei meus estudos e o meu trabalho fixo de cozinheiro e não me arrependo. Encontrei o real sentido da vida. Ser feliz é ver o próximo bem¨. Diferentemente do que muita gente pode pensar, existe preconceito na Suécia, mas João considera que ainda é menor do que no Brasil¨. Aqui me consideram exótico. Mas fiz muitos amigos na cena da música Techno, da qual sou fã, e as pessoas são mais abertas e sensíveis. Elas se tornaram minhas amigas e foi isso o que me fez ficar no país.
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¨Pessoas em situação de rua criam padaria no RS e geram renda e acolhimento¨
Quando farinha e água se misturam, o processo de fermentação faz com que a massa cresça e ganhe sabor: Trata-se de uma alquimia em que bactérias e leveduras se alimentam do ambiente, dando origem a uma massa que, depois de assada, se transforma em pão. Dan e Aline, integrantes do projeto Amada Massa, conhecem a importância desse processo. Eles estão entre os participantes do clube de pães criado em Porto Alegre que vem garantindo apoio e geração de renda para pessoas em vulnerabilidade social desde 2017 na capital gaúcha. Na primeira fase da iniciativa, os pães eram produzidos na casa da Madá, uma das facilitadoras e partilharam de um espaço de acolhimento. ¨Como o número de assinantes cresceu muito, alugamos um espaço pequeno e montamos a Amada Massa, conta Aline. Na segunda fase, o grupo alugou um local e, após capacitação, os participantes passaram a fazer parte da produção dos pães, das entregas e de outras atividades, permanecendo com a atividade de venda direta e mantendo e potencializando o espaço de acolhimento. ¨Grande parte das pessoas que trabalham na Amada Massa esteve em situação de rua. Eu sou uma das poucas que não estiveram, mas eu moro em ocupação, diz Dan; de qualquer forma, são pessoas em situação de rua, ainda existe o estigma, são minorias, pretos, indígenas. Além dos assinantes do clube, chamada de ¨fermentadores¨ pelos organizadores, a Amada Massa conta que participam diretamente para viabilizar o projeto, trabalhando de forma voluntária na produção, logística, administração e comunicação. Quem decide ser assinante paga um valor mensal e recebe o pão em casa uma vez por semana. Há, ainda, quem mora fora de Porto Alegre e quer contribuir com o projeto de outras formas. Nesses casos, o interessado paga a assinatura que viabiliza a doação de pães para organizações como o Fundo das Mulheres POA, que atende famílias em situação de vulnerabilidade social na cidade.
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¨Gaúcho cria delivery de brinquedos, e distribui presentes de Natal as crianças carentes¨
Conhecido pelas iniciativas em prol dos mais vulneráveis, o gaúcho Kaká D’Ávila criou um delivery de brinquedos para distribuir presentes de natal às crianças carentes. Com seu gorro de Papai Noel e muito amor no coração, ele vem transformando o natal de muitas crianças de sua cidade. Kaká disse que teve uma infância muito pobre e sem brinquedos, por isto costuma distribui-los às crianças todos os anos. Este ano, contudo, por conta da pandemia, ele precisou adaptar sua boa ação. ¨Por conta da pandemia para evitar aglomerações, criei o DELIVERY DE BRINQUEDOS. Eu saio com esse mochilão nas costas, entregando alimentos e brinquedos de porta em porta, para crianças de comunidades carentes¨ As crianças que ele ajuda vivem em regiões pobres de Porto Alegre e, sem ele provavelmente não receberiam nenhum presente de natal. Não se trata de presentes caros, mas de afeto e atenção, como ele mesmo explica em seu post. Segundo o Kaká, neste final de semana ele conseguiu distribuir muitos brinquedos. Mas sua boa ação de Papai Noel não acaba aí! Ele aproveitou a viagem para arrecadar curriculum de pessoas desempregadas. Kaká costuma tirar cópias destes curriculum e entregá-los em lugares que ele sabe que estão contratando.
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¨Empresária decide doar todos os brinquedos do estoque, após loja ser inundada pela chuva no ES¨
As chuvas estão caindo forte no Espírito Santo e Minas Gerais nessa semana. Isso tem causado alguns prejuízos, como o dá loja de brinquedos em Serra, na grande Vitória. Todo o estoque dela ficou inundado, e Laís contou que teve um prejuízo de mais de R$ 500 mil. Ainda assim, ela conseguiu driblar a situação e fazer uma boa ação. Laís ficou desesperada quando viu todo o seu estoque inundado. Ela fez um vídeo mostrando como estava o espaço e ainda pediu ajuda. ¨Se você estiver perto, puder indicar alguém para vir me ajudar, todos os funcionários estão me ajudando, parentes, para ver o que pode salvar. Eu agradeço¨. Dois caminhões cheios de brinquedos saíram da loja. Laís conta que, mesmo muitos deles estando em perfeito estado, as embalagens foram estragadas e eles estão fora da garantia do fabricante, o que impossibilita a venda. ¨Às vezes, tem um brinquedo de 60 peças, e a gente consegue (recuperar) 40 peças desse brinquedo. Então não tem como vender. É impossível, às vezes temos uma boneca que agarrou com outra, um cabelinho se perdeu. Então não tem venda para este brinquedo¨, disse. DOAÇÃO: Impossibilitadas de vender os produtos, Laís disse que também não descartará os itens. Todos serão limpos e doados para uma campanha que a loja já estava apoiando. ¨Nós vamos seguir a mesma campanha que já viemos tratando e alguns meses, a campanha Natal da Esperança. Vamos doar e outras crianças vão receber esses brinquedos. Vamos trazer alegria e emoção para elas¨, explicou. Apesar da dor do prejuízo, a empresária conta que fica com o coração um pouco mais aliviado. ¨É difícil descrever o nosso sentimento, porque foi um ano todo de preparo para essa época, um ano todo de expectativa de vendas, que seria o período para recuperar esse ano que passou. Mas a gente acredita, temos muita fé em Deus, e sabemos que se tudo isso ocorreu realmente é porque outras crianças também precisam. Acredito que nada aconteça em vão.
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¨Alunos levam rosas para professora que não desistiu de ensinar-lhes mesmo à distância.
Com o fim do ano letivo, os alunos da professora Limpia Jiménez levaram à sua residência dezenas de rosas. Infelizmente, ainda é bastante comum ouvirmos relatos de alunos se queixando do quanto detestam seus estudos e professores. Muitos jovens e adolescentes não compreendem a importância da educação e do trabalho executado por seus profissionais e acabam sendo rebeldes ou mesmo abandonam a escola. Mas nenhum desses problemas corresponde à realidade dos alunos do Centro Educacional Los Lameles de Asuncion, no Paraguai. Por conta da pandemia da nova corona vírus, eles passaram a ter aulas com a professora Limpia Jiménez, virtualmente. E está muito enganado quem pensa que esse distanciamento conseguiu afastar uma professora querida de seus alunos, pelo contrário eles criaram fortes laços e a prova disso foi um gesto super carinhoso com a professora que se adaptou às novas tecnologias e, durante meses, dedicou-se em ensinar-lhes, sem desistir um único dia. Mas o ano letivo foi chegando ao fim e Limpia sentindo a saudade apertar cada vez mais forte. ¨Aquela vitamina diária de ternura, espontaneidade, questionamentos, risos e mil outras coisas que construímos mesmo olhando para nós mesmos apenas através de uma tela faz o melhor para mim¨, disse Limpia, conforme publicação do jornal paraguaio Nuestra Realidad. Um dia, depois que suas aulas chegaram ao fim, ela recebeu um vídeo carinhoso de seus alunos, parabenizando-os pelo ano letivo, mas também animado, que em breve um presente chegaria a sua casa. Só não lhe passou pela cabeça que esse presente chegaria à sua casa. Só não lhe passou pela cabeça que esse presente seria os próprios alunos. Em um vídeo tocante, o grupo de alunos mirins aparece em frente à residência da professora, cada um com uma rosa na mão, enquanto uma música tocava, tornando o momento ainda mais emocionante possível. É claro que, diante de tamanha demonstração de carinho, a professora não aguentou a emoção e caiu em lágrimas. O flagrante mostra Limpia recebendo as rosas e abraçando cada um dos seus pequenos alunos, como forma de agradecimento. É de tocar o coração! Ao portal estrangeiro, César Jimenez filho de Limpia, contou que sua mãe é uma professora aposentada, mas ficou muito deprimida ao sair da escola, onde era diretora e, então, procurou outra escola para voltar a fazer o que sempre amou: dar aulas¨. Ela faz um trabalho com o coração e eles lhe agradecem animada¨, completou o filho da professora. Com toda certeza. Esse foi o melhor pagamento que a professora poderia receber por desempenhar seu trabalho com tanto amor.
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¨Casal aposentado faz brinquedos artesanais para crianças carentes¨¨
Um casal aposentado transformou um hobby num motivo de viver e fazer brinquedos artesanais de madeira para crianças carentes. O veterinário Mike e a esposa Judy, ambos com 72 anos, começaram presenteando familiares e depois começaram a fabricar num ritmo de dar inveja até no Papai Noel. Os 15 netos e quatro bisnetos serviram como testadores, até que o casal testemunhou a felicidade das crianças que recebiam os brinquedos feitos a mão. TRADIÇÃO: Mike é responsável pela produção dos brinquedos enquanto Judy cuida da decoração e do controle de qualidade. O amor dele pelo trabalho em madeira é uma tradição familiar. Mike Sullivan cresceu em Montana. O pai dele era mineiro. A família não tinha muito dinheiro. Os dois irmãos mais velhos eram carpinteiros, então muitos dos presentes de Natal que ele recebeu quando criança eram feitos em casa. A maioria das coisas que ganhei eram brinquedos feitos a mão. Eram brinquedos maravilhosos, sei o quanto gostei deles e só espero que as crianças que os têm agora ainda gostem¨, disse a CNN Pandemia. Este ano, a pandemia fez com que muitas famílias perdessem o emprego o que tornou a missão dos Sullivans mais importantes do que nunca. Mike e Judy criaram e distribuíram cerca de 1400 brinquedos que incluíam figuras de animais, quebra-cabeças e caminhões, entre outros. Os brinquedos deles foram doados pra crianças da Coachella Valley Rescue Minion, uma organização de caridade. VAQUINHA: Com seus custos diretos estimados em cerca de 19 mil dólares – mais de R$ 100 mil reais no ano passado – os Sullivans lançaram uma vaquinha no GoFundMe para manter a produção dos brinquedos. Agora Mike quer comprar uma impressora 3D para aumentar a produção. Ele e Judy querem continuar a produção de brinquedos enquanto puderem. ¨Estamos com boa saúde e podemos ficar aqui seis a sete dias por semana durante oito a dez horas. É divertido¨, disse Sullivan.
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¨Campanha leva enxovais e mini berços de papelão a famílias carentes¨
Financiamento coletivo vai beneficiar 70 famílias em extrema pobreza do Piauí, projeto pode ser estendido a outras localidades. Diante da realidade de extrema pobreza que atinge 13,5 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados divulgados pelo IBGE, foi criada a campanha Bela Baby Box – Proteja a infância no início da vida -, um financiamento coletivo para doar enxovais e mini berços para gestante de regiões carentes. A ação é uma parceria entre Bela Gil, Morada da Floresta e Child Fund Brasil, com o apoio da West Rock. O projeto também prevê a promoção de palestras oficinas sobre educação em saúde, como preparação para o parto, aleitamento materno e cuidados com o bebê recém-nascido. Este primeiro financiamento prevê beneficiar 70 famílias de três municípios do Piauí, podendo ser estendido a outras localidades do país caso a meta seja superada. As primeiras cidades escolhidas foram: Curimatá, Cristino Castro e Santa Luz – localizadas onde o Child Fund já atua no desenvolvimento social com foco em crianças e adolescentes. O enxoval que será doado inclui um mini berço de papelão com colchão, capa impermeável e lençol. Fraldas de pano, roupas de algodão, lençol reutilizáveis, manta, mosqueteiro, máscaras reutilizáveis, shampoo, pomada para seios, camiseta e sabão de coco, também são itens que fazem parte do enxoval.
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¨Internautas fazem fila para salvar comerciantes idosos desesperados¨¨
Uma onda de empatia e a solidariedade se espalhou pelas redes sociais e salvou um casal de comerciantes idosos que estava em puro desespero. Depois da pandemia, eles não estavam mais conseguindo sobreviver com barraca de refeições que têm há anos na rua. Um deles, seu Karita Prasad, de 80 anos, apareceu chorando em um vídeo. Nas imagens o blogueiro Gaurav Vason conversa com o idoso e pergunta quanto eles ganham. Aí seu Karita caiu em prantos Ele conta no vídeo que tinham recebido apenas 1 dolar, pouco mais de 5 reais em quatro horas de trabalho. Ele e a esposa, dona Badomi Devi, trabalhou duro. Os dois começava a cozinhar às 6:30 horas e oferecem refeições caseiras fresquinhas, por 1 dolar o prato, a partir das 9:30 horas da manhã em Nova Delhi, na Índia. A VIRADA: Depois que o vídeo com o idoso enxugando as lágrimas foi postado no Twitter, milhares de pessoas se comoveram e reituitaram. Em poucas horas, uma legião de pessoas apareceu na barraca para comprar a comida do seu Karita e da dona Badami. Muitos também se ofereceram para ajudar financeiramente os idosos e outros anunciaram que vão começar a almoçar na barraca Brada Ka Dhaba, a partir de agora. AJUDA DE FAMOSOS: Entre os que retuitaram estão o ator Sonam Kapaor, o jogador de críquete R. Ashuinun, a equipe do IPL Delhi Capitals e o app de entrega de comida Zomato. ¨Baba agora não terá que se preocupar com os clientes. Isso se tornou um marco em Malviya Nagar¨, disse Sauket Upadhyay da TV India Today. GRATIDÃO: Após a repercussão positiva, os comerciantes idosos voltaram a sorrir. ¨Estamos muito felizes com o número de clientes que estão surgindo agora. Agradecemos o apoio do público, disse Karita Prasad. E a dona Badomi acrescentou: ¨Durante os meses de bloqueio não podíamos vender nada. Lutamos para sobreviver, mas hoje estamos inundados de clientes. Queremos dar nossas bênçãos a todos aqueles que nos ajudaram. Além do dinheiro, o casal também se sentiu abençoado pela população. ¨Parece que toda a Índia está conosco¨, comemorou Karita.
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¨Parceria entre instituições promove consultas oftalmológicas gratuitas em bairros de Fortaleza/CE¨
As consultas serão realizadas aos sábados, a partir das 8 horas, e passarão por diversas comunidades, 800 óculos serão doados. Até Novembro, a campanha ¨20/20 Um olhar para o Futuro¨ oferece consultas oftalmológicas gratuitas a pessoas de comunidades carentes de Fortaleza/CE. O projeto que vai distribuir 800 óculos de grau em comemoração ao Dia Mundial da Visão (08/10) é uma ´parceria entre a Sociedade Cearense de Oftalmologia (SCO), o Instituto Ver e Vença (IVV) e o Lions Club. As consultas serão realizadas sempre aos sábados e não necessita inscrição prévia. O atendimento itinerante será nesta semana, no bairro Jangurussu, na Escola Lions (TV, Lions Club, 141). As comunidades contempladas são mapeadas pelo Lions Club. A oftalmologista e vice-presidente da SCO, Lessa Tavares, explica que essa seleção serve para diagnosticar problemas de visão que devem ser corrigidos com óculos. ¨Os pacientes já vão estar triados. As pessoas, às vezes acham que todo mundo precisa usar óculos¨. Os 800 óculos destinados à campanha serão fornecidos pelo Instituto Ver e Viver. ¨Nós vamos levar para um laboratório, produzir os óculos e entregar 40 dias após a data da realização da consulta, destaca o coordenador do IVV, Rafael Botelho. Segundo ele, a quantidade foi estabelecida conforme outros trabalhos semelhantes: A cada vez que as pessoas passam pela etapa de triagem, sete devem precisar usar óculos, informa. Esse número corresponde a 80% dos inscritos. Por causa da pandemia de Covid 19, os exames serão realizados de acordo com as medidas de segurança. Uso de máscara, higienização das armações, porque as pessoas vão escolher, e dos equipamentos, ao fim de cada consulta. O Lions está trabalhando com a política de agendamento. São cinco sábados para diluir a aglomeração, detalha Botelho.
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¨PROJETO ADOTE: Comunidade cria rede de apoio durante pandemia no Grande Bom Jardim, na cidade de Fortaleza/CE
Ao todo, 26 lideranças comunitárias, estão envolvidas no mapeamento de pessoas em vulnerabilidade para o recebimento de cestas básicas e de kits de higiene. Ajuda para quem precisa no momento é o propósito da campanha Adote uma comunidade, projeto da Rede de Desenvolvimento Local integrado e Sustentável do Grande Bom Jardim (DLIS), em Fortaleza/CE. Desde março, o grupo mobiliza lideranças para reduzir o impacto da pandemia do Covid19 na periferia. Além do apoio da comunidade, o projeto já recebeu ajuda também de outras iniciativas, como a Cruz Vermelha Internacional. Para chegar com mais facilidade às famílias vulneráveis, a Rede DLIS dispõe de um mapeamento colaborativo, alimentado pelas 26 lideranças comunitárias que fazem parte do projeto. As informações são dos bairros Granja Portugal, Granja Lisboa, Canindezinho e Siqueira, que compõe a região e estão entre os mais afetados pela pandemia na Capital. Construimos essa corrente porque já somos uma região com grande índice de vulnerabilidade. Nosso primeiro pensamento quando começou a pandemia foi a fome no nosso bairro, relembra Lúcia Albuquerque, assistente social e coordenadora da rede DLIS. A força tarefa traz um resultado numérico. De acordo com a equipe pelo menos 30 mil famílias já foram beneficiadas pela corrente – o equivalente a 10% da população do Grande Bom Jardim. ¨Por aqui segundo o IBGE somos 210 mil pessoas. Só com essa união alcançamos, entre conscientização e distribuição de cestas umas 30 mil casas¨, comemora Rogério Costa, membro da comissão de articulação da Rede DLIS. O arrecadado auxilia na montagem de cestas básicas e kits com produtos de higiene. A ação, que começou pequena, ganhou adesão ao longo da pandemia. ¨Começamos com 8 equipes, mas agora somos 18 grupos¨ comemora Lúcia. No início, conseguimos arrecadar R$ 8 mil, para montar os kits, além de outras doações. Em maio recebemos apoio do Instituto Unibanco para aumentar o nosso alcance, o que foi muito importante; completa. O Instituto Unibanco é uma Organização Sem Fins Lucrativos paulista que oferece suporte para iniciativas comunitárias no Brasil. Quem fez a conexão com o Grande Bom Jardim foi um ex-morador da região, conhecido de Lúcia. ¨Ele morou aqui no Bom Jardim e foi para São Paulo. Soube da nossa rede e levou para a Organização. Eles entraram em contato com a gente e conseguimos expandir nosso serviço, principalmente o de distribuição de cestas básicas. Estamos trabalhando por fase. Em cada uma distribuímos mais de 2100 cestas básicas, calcula.
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¨HONESTIDADE¨: Caminhoneiro acha carteira com salário de trabalhador¨
Honestidade sempre é notícia boa! Em Minas Gerais um caminhoneiro encontrou uma carteira com R$ 600,00 na rua. Sabe o que ele fez? Como não conseguiu achar o dono, o homem levou a carteira até um batalhão da Polícia Militar e pediu ajuda. ¨A pessoa que achou a carteira disse: ¨Daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus¨ contou o major Amerson Braga, subcomandante do 28 batalhão. O caminhoneiro falou também que era obrigação dele, como cidadão devolver. O DONO: Como havia uma conta de água na carteira, os policiais localizaram rapidamente a casa do dono, um trabalhador rural que vigia fazendas. O dinheiro era o salário dele da semana. O homem já tinha ligado para o 190 para avisar sobre a perda e pedir ajuda. GRATIDÃO: O homem que perdeu a carteira mora em uma residência humilde e, segundo o major, ficou muito satisfeito. Ele agradeceu pela entrega do dinheiro e dos documentos. A perda foi na saída da cidade. Distraido, ele colocou a carteira em cima do carro, esqueceu e foi para o comércio. Na arrancada ela caiu e por sorte, foi encontrada pelo caminhoneiro honesto. O caso aconteceu em Unaí/MG, e os nomes dos envolvidos não foram divulgados.
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¨Marido apaixonado envia flores todos os dias à esposa internada com Covid19, no hospital¨
Com a pandemia da corona vírus, as relações estão sendo colocadas à prova. No entanto, se alguns casais estão sendo obrigados a aguentar a distância, outros estão convivendo com o medo de perder quem eles mais amam. Este é o caso do marido apaixonado Kay Pelicon, quem está enviando flores todos os dias à esposa internada com Covid19 no hospital. Sua mulher Chenella, de 44 anos, foi internada no Lafayette General Health, em Louisiana, Estados Unidos, no início de agosto. Com as restrições à visitantes, Kay não pode visita-la, o que não lhe impediu de continuar declarando o seu amor e de se mostrar presente. Ele então começou a enviar buquês de flores desde o dia que ela se internou e não parou desde então! Porém mal sabe ela que ao fazer isto, não está apenas levando esperança à sua esposa, como a todos os profissionais de saúde do hospital que fez questão de compartilhar a atitude em sua página no Face book. ¨O romance pode ficar um pouco complicado quando a cônjuge é hospitalizado por Covid19. Mas isso não impediu um homem que envia flores diariamente desde que sua esposa está em nossas instalações – 12 dias e contando¨ diz a publicação. Segundo a diretora do hospital, a perspectiva de Pelicon melhora o dia das enfermeiras tanto quanto o de sua esposa. ¨Aqui está o amor no tempo de COVID, acrescentou o hospital. Entretanto, Pelicon disse que esta é a maneira que ele encontrou de dizer que está lá, mesmo sem poder lhe acompanhar fisicamente. Juntos há mais de 2 décadas, o casal ainda se comunica por videochamadas, com a ajuda das dedicadas enfermeiras do hospital. O marido disse que, por causa dos aparelhos, sua esposa atualmente não consegue falar, mas está ciente das entregar de flores. ¨Essa é a mulher com quem estou há 20 anos e com quem sou casado há 19. Eu faço coisas assim porque estamos juntos há tanto tempo e isso significa muito para ela e significa muito para mim¨, disse o homem apaixonado. Para Michelle Braussara, gerente do hospital, as flores é a demonstração pública de amor, mostram que ainda tem muita coisa boa acontecendo, mesmo em tempos difíceis. ¨Embora a pandemia seja assustadora e todos estejamos nos ajustando a esse novo normal, ainda há muitas coisas boas acontecendo ao nosso redor. No meio da incerteza, o amor realmente prevalece¨ diz emocionada.
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¨Maranhense de 60 anos consegue ser aprovada em vestibular após 36 anos tentando¨
Ana Maria Cabral fez várias provas ao longo dos anos até conseguir ser aprovada no PAES 2021 para o curso de Pedagogia na Universidade Estadual do Maranhão. Desde 1985, o sonho da dona Ana Maria Cabral em fazer faculdade de Pedagogia bateu na trave várias vezes. Mas enquanto o objetivo não era alcançado, surgiu a oportunidade dela se tornar Técnica de Enfermagem e ela assim fez. Só que tudo mudou em 2021, após 36 anos. Ana Maria aproveitou o incentivo de Heidi, único filho com formação superior, e encarou o Processo Seletivo de Acesso à Educação Superior (PAES 2021), o vestibular da Universidade Estadual do Maranhão. ¨Eu tenho 60 anos. Tenho três filhos, vivo uma união estável há 13 anos. No ano passado, meu filho fez a inscrição para o vestibular da UEMA. Minha rotina de estudo sempre foi pegando livro em casa, respondendo textos, lendo obras. Mas fazia quando conseguia, às vezes faltava tempo, já aconteceu de eu estudar e acabar dormindo em cima do livro¨, disse Ana Maria. ¨O curso de Pedagogia sempre foi um curso que eu desejei fazer, porque desde muito cedo eu gosto de ensinar. Isso fez com que eu optasse pelo curso e tive a sorte de receber muito incentivo da minha família. Eu não desisti do meu sonho. No dia da prova, eu cheguei em cima da hora. Errei a sala, cheguei uns três minutos antes da prova começar. Mas não achava que eu tivesse ido bem, mas quando meu filho me falou (do resultado), pareceu a melhor notícia do mundo¨, disse a futura pedagoga. A aprovação fez Ana Maria entrar em êxtase. Uma faculdade que já reflete nos planos dela como universitária. ¨ Foi maravilhoso, eu não sabia se chorava, gritava, pulava. Foi muito bom. É impressionante como a vida da gente muda de um dia para o outro. Minhas expectativas são as melhores possíveis, eu quero me esforçar para ser uma das melhores alunas da turma¨, disse. Sabendo que muita gente acaba abandonando o sonho de fazer faculdade ao longo da vida. Ana Maria diz que o segredo é ter força para resistir, persistir e correr atrás. ¨ O conselho que eu quero dar para quem ainda não fez faculdade porque acha que já passou o tempo, ou porque não tem apoio de ninguém, eu falo para buscar apoio em Jesus, porque Ele pode tudo. Busque apoio em quem lhe dá incentivo. Mesmo se parecer impossível, continue insista. Se eu não tivesse passado dessa vez, mesmo com 60 anos, eu iria tentar. Se fosse para eu passar com 70 anos, eu ia passar, mas não ia desistir¨, conta.
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¨Nem tudo está perdido¨, diz idoso que recuperou carteira com R$ 1,8 mil. ¨
O seu João Gomes, de 69 anos está certo. ¨Nem tudo está perdido¨. Ele disse a frase depois de recuperar a carteira com R$ 1,8 mil que perdeu no terminal de ônibus de Niterói, no Rio de Janeiro. O susto foi depois que o morador de Guadalupe, na Zona Norte da cidade passou numa casa lotérica. Na carteira estava todo o dinheiro para ele pagar o aluguel e as despesas de casa. Quando estava perdendo a esperança, depois de procurar por toda parte, seu João decidiu refazer seus passos e foi até a lotérica, no terminal de ônibus de Niterói, para perguntar se alguém ali tinha achado a carteira perdida. E a notícia boa veio da boca de um atendente. Ela respondeu que sim! A carteira tinha sido deixada lá por uma pessoa desconhecida, que escreveu um recado num volante de loteria: ¨João, achei sua carteira com R$ 1,8 mil, devolvi no caixa 01 com tudo¨. GRATIDÃO: O idoso tentou descobrir quem era o rapaz honesto e solidário para agradecer, mas não conseguiu. ¨A moça tinha me dito que era um rapaz novo que devolveu lá. Ele não se identificou¨, contou seu João. Foi uma atitude muito elegante. Eu queria agradecer a ele. Nem tudo está perdido. Isso é até um exemplo para a gente, entendeu?
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¨Sonho de criança: homem conclui metade do curso de medicina aos 87 anos¨
Valdomiro de Sousa conta que desde quando trabalhava como servente de pedreiro tinha um sonho: estudar medicina! Mas faltava dinheiro. ¨Tive uma vida muito sofrida, já fui pobre demais, trabalhei de pedreiro, de servente, já fiz caixão, trabalhei de tudo que puder imaginar. Melhorei minhas condições para poder bancar o curso, consegui me organizar estudando e trabalhando¨, disse. E como nunca é tarde para realizar um sonho, hoje aos 87 anos, ele está ansioso pelo fim da pandemia para planejar sua formatura na faculdade de Medicina, após ter se formado em contabilidade e direito. O idoso concluiu neste semestre a metade do curso de medicina. SE ENCONTROU: Apesar de ter trabalhado como contador por 10 anos e como advogado por 4, Valdomiro conta que não se encontrou nessas profissões. Por isso, mesmo com a vida financeira já estável, ele decidiu estudar novamente para conseguir ingressar no curso de medicina. Foram três anos prestando vestibulares, até que, aos 84 anos, Valdomiro foi aprovado em uma faculdade particular de Goiânia. A mensalidade custa, em média R$ 7.5 mil. ¨Foi muito difícil, mas é um sonho de muitos anos, um sonho de criança, então, corri atrás. Até hoje não me canso de admirar a profissão de médico¨, relata. PANDEMIA: Por causa da pandemia, Valdomiro não tem ido à faculdade. Ele faz parte do grupo de risco da corona vírus. Além da idade é diabético e hipertenso. Por isso, está sem sair de casa desde o início da pandemia. Mas ele é um aluno aplicado e acompanha as aulas on-line, inclusive as provas. Uma professora foi até a casa dele para aplicar os últimos exames deste semestre. ¨Fiz 13 provas em uma semana, todas aqui em casa¨ conta ele. Ansioso pelo fim da pandemia, o idoso já planeja a festa de formatura, prevista para daqui três anos. ¨Devo me formar com 90 anos. Quero fazer uma festa de arromba, vários dias de comemoração. Agora é pedir a Deus para me dar saúde¨, concluiu.
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¨Namorados na adolescência se reencontram após 70 anos e se casam¨
As voltas da vida…Namorados no colégio, eles foram separados pela vida e, após quase 7 décadas, finalmente se reencontraram. O reencontro foi durante a pandemia do coronavírus e agora Fred e Florence estão casados desde agosto do ano passado. Os dois viúvos acabaram se consolando e reacendendo a velha chama de quando eram jovens e apaixonados. HISTÓRIA: A história de amor começou há 68 anos. Fred Paul e Florence Harvey se conheceram na adolescência em Wandsworth, uma pequena cidade da província de Newfoundland e Labrador Canadá. Eles sempre estavam juntos, caminhando depois da igreja, roubando beijos entre as aulas e participando de shows. Todas as noites, durante os dois anos em que estiveram juntos, Paul acendia a luz da varanda antes de ir para a cama. Era sua maneira de dizer a Harvey, que morava do outro lado da baia, boa noite e que a amava. ¨Ela foi meu primeiro amor. Minha primeira namorada e meu primeiro amor verdadeiro¨, disse Paul, agora com 84 anos, à CNN. SEPARAÇÃO: Mas quando Paul fez 18 anos e Harvey 15, a vida os separou. Paul mudou-se para Toronto a trabalho. Um ano depois, quando voltou para procurá-la, Harvey tinha se mudado para outra cidade. Os dois acabaram se casando com outras pessoas e formaram famílias. REENCONTRO: Em 2017, Harvey ficou sozinha depois que o marido Len morreu de câncer. O casal teve um casamento feliz por 57 anos e cinco filhos. Dois anos depois, a esposa de Paul por quase 60 anos, Helen, também morreu após sofrer de vários problemas de saúde, incluindo demência. Eles tiveram dois filhos juntos. Quando Harvey soube que a esposa de Paul faleceu, ela ligou para consolá-lo. Naquela primeira conversa, que ocorreu um dia depois do Dia dos Namorados, eles falaram sobre suas vidas, filhos, netos e festejaram as lembranças que guardavam um do outro. ¨Nunca pensei que isso fosse passado¨, disse Harvey, 81 anos. ¨Mas passamos de conversas uma vez por semana, para duas, três vezes, todos os dias durante horas. Realmente nos reconectamos embora não nos víssemos durante todos aqueles anos. Eu sabia que era isso¨ CASAMENTO E PLANOS: Em 8 de Agôsto, Paul e Harvey trocaram votos na frente de familiares e amigos na Norval United Church em Georgetown, Ontário. Por causa da pandemia de corona vírus, a lista de convidados foi pequena. Logo após a cerimônia de casamento, Paul levou seu acordeão e cantou uma canção de Ricky Skaggs, ¨Eu não mudaria você se eu pudesse¨, para sua noiva. Agora o casal planeja refazer os primeiros capítulos da história deles visitando a cidade onde se conheceram e se apaixonaram há tantos anos.
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¨Vovó mochileira de 83 anos, junta suas economias e viaja o mundo¨
A vida é uma só e por isso precisamos aproveitar ao máximo. Deixe seus medos de lado e ouse fazer aquilo que você sempre quis fazer e não fez por medo do desconhecido. Pule de bungee jumping, voe de para-quedas e, acima de tudo, conheça os lugares onde sempre sonhou estar. Nunca é tarde para realizar seus sonhos e, se você tiver o desejo e o dinheiro para fazer isso acontecer, não perca mais tempo e faça-o! Kandy Garcia é uma vovó de 83 anos que viaja sozinha pelo mundo com apenas sua mochila. Sua coragem e sua paixão pela vida são uma verdadeira inspiração para todos nós. Ela iniciou sua jornada aos 65 anos e já conheceu lugares impressionantes como Tailândia, Rússia, Bali, Grécia, Índia, Peru, entre outros. Kandy é uma advogada espanhola que trabalhou em um escritório na cidade de Motril. Quando completou sessenta anos, decidiu parar de trabalhar e gastar todas as suas economias em uma viagem de 9 meses para vários países o que mudou a sua vida. Ela caminha pelos lugares mais extravagantes com apenas uma sacola onde carrega o que é necessário e justo. Costuma dormir em albergues ou na casa de amigos que queiram recebê-la, nada muito luxuoso. Quando não está viajando, Kandy ministra palestras motivacionais, em que conta o enriquecimento dessa experiência para as gerações futuras. Ela diz que, quando começou nem carregava um telefone celular para se comunicar com a família, pois não era amiga da tecnologia. ¨Quando comecei a viajar pelo mundo nem sequer tinha um telefone tão moderno. Eu não sabia o que era uma pontocom, só sabia o que era um ponto cruz¨, brinca ela. Todas essas viagens mudaram a perspectiva de Kandy sobre a vida. Agora ela é uma mulher mais segura de si e não tem medo de nada. ¨Dificuldades e medos não existem mais na minha mente ou na minha vida¨, disse Kandy Garcia. Kandy é reconhecida mundialmente como a ¨Abuelita Mochilera¨ – vovó mochileira, em espanhol. Hoje ela revisita os países de que mais gosto. Além disso, ela está disposta a dar suas melhores dicas de viagem para jovens que desejam entrar em contato com ela. Nunca é tarde para realizar nossos sonhos, não importa quantos anos você tenha. Nunca fique com o desejo de fazer algo. Ouse cumprir esse desejo que você sempre quis fazer.
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¨Professor pendura lousa em caminhão e dá aulas em área rural: Pandemia¨
O esforço deste professor para levar educação até os alunos da área rural merece muitos aplausos. Salvador Olvera Marin simplesmente coloca uma lousa na parte traseira do caminhão dele para dar aulas às crianças da comunidade, que não tem acesso à internet para estudar online. Ele mora em um setor rural do México e desde março do ano passado as aulas presenciais foram suspensas em todo o país devido à pandemia. Por isso Salvador decidiu adaptar a sala de aula itinerante com o que tem, e assim, levar a educação a setores como La Sierra de Querétaro. Ele dá as aulas em espaços abertos, para não abandonar os jovens. VIRALIZOU: Salvador Olvera Marin ficou conhecido no país depois que um morador, maravilhado com a iniciativa do professor, postou uma foto dele no Twitter para mostrar ao mundo o sacrifício que Salvador faz. A imagem viralizou e todos queriam saber quem era esse professor incrível, que não se limitava à tecnologia para ensinar. A MOTIVAÇÃO: Em entrevista ao médium El Queretano, Salvador disse que a pandemia ¨não são férias¨, então havia muito trabalho a fazer. Depois de adaptar o caminhão, o professor informou aos alunos que daria aulas em diferentes horas do dia e para diferentes turmas. ¨Não é o mesmo desempenho de quando você está presencial na escola, mas para mim é muito satisfatório que as crianças estejam progredindo. Seria pior se não fizéssemos nada. Quantas vezes durante a semana estamos com eles, até nos sábados. DO PRÓPRIO BOLSO: E ele faz isso com dinheiro do próprio bolso. Conhecido como professor ¨Chava¨, Salvador percorre todas as manhãs a zona rural e inicia as aulas respeitando todos os protocolos sanitários, procurando fazer com que os seus alunos participem o máximo possível. Recentemente, a Comissão de Educação e Cultura do Congresso do México, homenageou o notável trabalho dele e reconheceu que professores deste tipo são aqueles de que uma sociedade precisa nestes tempos.
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¨Dona Aldemira Adão, 94 anos e corredora¨
Cada vez mais e mais pessoas decidem sair do sofá, acorda cedo e enfrentar chuva, frio e sol para correr nas ruas de quaisquer cidades do mundo. A corrida por ser um esporte humanamente democrático, vem atraindo pessoas de todas as idades e com isso, vemos pessoas da terceira idade se aventurando nessa prática e essa aventura deixa de ser um mero esporte para se tornar um estilo de vida. Eu nasci em Cachoeiro de Itapemirim/ES, mas minha família reside a maioria no Quilombo Monte Alegre que fica em Pacotuba distrito de nossa cidade. Minha infância foi trabalhosa, muito tempo na lavoura até que vim para cidade e comecei a trabalhar em casa de família até me aposentar. Minha família, vê com bons olhos, sabem que me deixa ativa e mesmos que eles não gostassem eu continuaria porque isso me faz muito bem tanto físico quanto mental. Eu comecei a correr, depois da morte do meu esposo, estava muito precisando de algo para me ocupar e foi num grupo de convivência da terceira idade que conheci muitas pessoas, aí iriamos fazer caminhada e comecei a correr e não parei mais. Na realidade não foi nada planejado. Foi tudo muito natural, consegui muitos amigos e fui campeã estadual na categoria atletismo da terceira idade. Hoje a corrida para mim é justamente meu pilar em termos de saúde física e mental, acredito que se não fosse a corrida talvez já teria até morrido! Toda vez que corro, dá aquela ansiedade, uma sensação de dever comprido e tem sempre que terminar com meus pulinhos! Kkkkk. Ainda tenho muita disposição para correr, algumas pessoas normalmente falam que sou doida kkkkk, que é para mim parar de ficar inventando moda e descansar. Outras me incentivam e usam essa minha disposição para sair do comodismo é bem legal. Eu não faço dieta e como de tudo, não tenho treinador (além do meu neto David que está sempre comigo), e pretendo continuar por muito tempo até Deus quiser. Muitas pessoas já me perguntaram como cheguei a esta idade e ainda correndo. Sempre digo que não há uma fórmula para isso. Acredito que o que realmente faz eu continuar é não desistir de viver, não se entregar e continuar vivendo, aproveitar cada momento pois são só momentos que temos e por isso precisamos aproveitá-los, não reclamar da vida e ter sempre um sorriso no rosto ajuda muito também. kkkkk.
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¨Idoso aposentado leva água e comida para moradores de rua e seus cães adotados em SP¨
Desde o início da pandemia, um idoso aposentado de Praia Grande (SP) criou uma empática iniciativa que leva água e comida para moradores de rua e seus cães adotados (a maioria deles abandonados em praças da cidade). Faça chuva ou sol, Seu Siqueira, 66 anos, prepara os donativos e leva para dezenas de pessoas que encontra na área central de Praia Grande, sempre com a missão de servir e ajudar ao próximo. De acordo com o idoso, seu salário mínimo fruto da aposentadoria é suficiente para mantê-lo e ainda comprar suprimentos a quem precisa. Ele faz isso desde o dia 21 de março de 2020, de forma constante: acorda cedo, prepara as refeições ao lado da esposa, Dona Ione, pega sua bicicleta e viaja pela cidade servindo a quem encontra. ¨Eu comecei esse trabalho com moradores de rua, desabrigados, na fila da Caixa Econômica também servindo achocolatado, pão, margarina, bolacha, chá, água gelada. Depois vi a situação dos animais também, aqueles cachorrinhos sem água para beber, com fome. Resolvi dar ração e água também e às vezes levo remedinhos para passar na perna¨, comentou Seu Siqueira. ¨No começo é muito difícil, mas depois a gente vê o resultado, é muito gratificante. Pessoas que deixaram a rua, se libertaram das drogas, outros estão trabalhando. Tem uns que dizem que iam assaltar, mas por causa da minha atitude de gentileza, desistiram. Ou seja, isso transforma¨, complementou. Nos últimos meses, a boa ação do idoso ganhou visibilidade nacional graças às redes sociais. ¨Eu quero fazer com que Praia Grande olhe para a pessoa em situação de rua, desabrigada, de uma forma diferente. Por onde eu passo, quem não doava passa a doar, e eles passam a serem amados. É tudo o que eles precisam, de abraço, do amor, a fraternidade que levanta eles¨, disse. ¨Já são pessoas machucadas, muito feridas, que perderam tudo, cumpriram pena, apanharam, que já vêm sendo massacrados por quem pode. As pessoas com mais condição terminam vilipendiando e eles já estão muito machucados e esse trabalho não tem palavra, só ação. Eu quero impactar a população¨, concluiu.
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¨Mulher de 97 anos chora de alegria depois de receber o diploma do ensino médio¨
Margaret Thome Bekema, de 97 anos não se formou no colégio Grand Rapids Catholic Central High, em 1936, como deveria. Em vez disso, em 1932, ela foi forçada a abandonar a escola para cuidar de seus irmãos e de sua mãe, que estava com câncer. No entanto, graças a um parente distante, Bekema recebeu recentemente um diploma honorário, 79 anos após a formatura de 1936. ¨Agradeço do fundo do meu coração¨, disse Bekema à mídia local. ¨Tive que deixar a escola para cuidar da família. Foi difícil, você não tem ideia de como foi difícil. Eu adorava o ensino médio e tinha muitos amigos¨, disse ela. O diretor do colégio disse ¨Sua vida tem sido de sacrifício e serviço. Ela tem sido tão encorajadora e inspiradora para nossa comunidade porque suas decisões representam todos os valores fundamentais que ensinamos aos nossos alunos¨. Margaret Bekema, 97, começou a chorar quando viu seu capelo de formatura. Ela recebeu um diploma honorário do ensino médio 79 anos após a formatura oficial.
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¨Condomínio do idoso será entregue no Paraná¨
São 40 casas exclusivas para moradores da terceira idade em formato de loteamento fechado e sob um programa de aluguel social. As obras do condomínio do idoso no bairro Três Lagoas, serão entregues no dia 15 de setembro. A data foi confirmada no último sábado pelo prefeito Chico Brasileiro, durante o programa ¨Foz em Ação¨, na Rádio Cultura. Ao todo, serão entregues 40 unidades em conjunto com a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar). ¨Não é apenas um residencial, um conjunto habitacional, é verdadeiramente um condomínio voltado ao idoso¨, disse Chico Brasileiro. Este tipo de estrutura é inédito no país ressaltou. ¨Além das moradias, tem ainda um centro comunitário e outros equipamentos que garantem a qualidade de vida nesta fase tão importante da vida¨ O condomínio faz parte do plano municipal que inclui ainda mais 100 moradias em construção pela Cohapar no Residencial Lagoa Dourada, prevê a regularização de nove mil imóveis e de outras 1,5 casas do programa Casa Fácil Paraná, adiantou o prefeito. A cidade tem o maior plano de habitação do interior do país., segundo o prefeito, graças a esse esforço e entendimento com os governos estadual e federal. ¨Hoje, a prefeitura de Foz é referência do bom uso do dinheiro público, das contas aprovadas no TCE e das certidões que permitem executar um plano de obras dessa envergadura¨, disse. CASAS ADEQUADAS: No condomínio, são 40 casas exclusivas para moradores da terceira idade em formato de loteamento fechado e sob um programa de aluguel social. O investimento da Cohapar atingiu R$ 4.3 milhões. A casa tem 42 metros quadrados e foram construídas conjugadas. São de alvenaria, levando em consideração as necessidades climáticas do bairro. O imóvel tem sala, cozinha, um quarto e um banheiro, além de uma lavanderia externa, projetados para abrigar um idoso ou um casal. As unidades também serão entregues com piso, acabamentos e todas as instalações elétricas e hidráulicas necessárias para o idoso iniciar a mudança de imediato. As portas são maiores do que os projetos habituais da Cohapar, os banheiros terão barras de segurança e os acessos externos contarão com rampas, pensando também em uma rotina com cadeira de rodas. Há, ainda, uma horta comunitária elevada cm boa estrutura de concreto e florestas, academia ao ar livre, quiosque, bancos de repouso e um centro de convivência com biblioteca, cozinha com churrasqueira, dois banheiros, sala administrativa, salão de jogos e espaço de atendimento médico. O complexo é fechado com muros e conta com portão e guarita.
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¨Vendendo coxinhas da avó a R$ 1,00, jovem pagou as mensalidades da faculdade e se tornou terapeuta¨
A avó Maria Cavalcante acordava de madrugada para fazer as coxinhas, as quais Samires vendiam a R$ 1,00 cada uma. Com o apoio da avó, a jovem conseguiu o diploma e fez questão de homenageá-la! Conquistar o diploma do ensino superior é o sonho de todos que entram na faculdade em qualquer idade. Esse papel tão valorizado não apenas nos abre portas no mercado de trabalho, ajudando-nos a nos destacar, mas também representa a realização de um sonho e atesta a nossa sabedoria, força de vontade e dedicação. Para alguns, conquistar uma vaga na faculdade e relativamente fácil, pois temos condições financeiras de bancar nossos estudos ou podemos ser beneficiados por algum programa que nos concede bolsa total ou parcial no período de estudo. No entanto, para outros é um desafio muito grande não apenas iniciar a graduação, mas também se manter nela, já que as mensalidades têm custo muito alto. Para driblar os desafios e se manter firme no caminho rumo ao diploma, milhares de estudantes recorrem a medidas inovadoras, que deixam clara a sua paixão pelos estudos e o desejo de se formar. Esse é o caso de Samires Souza, uma jovem de Belém (PA). De família humilde, ela não tinha condições de pagar sua graduação em Terapia Ocupacional, cuja mensalidade custava R$ 1.5 mil. Então resolveu vender salgados na rua. No entanto, não eram quaisquer salgados. Nessa jornada de cinco anos, segundo o Pequenas Empresas e Grandes Negócios, ela contou com o apoio da avó Maria Cavalcante, que acordava de madrugada para fazer as coxinhas, as quais Samires vendiam a R$ 1,00 cada uma. Dona Maria, que é dona de um restaurante, foi o apoio de que a jovem precisava para completar a graduação, por isso recebeu uma homenagem muito especial quando a neta recebeu o diploma. Por estar trabalhando no dia, a mulher não conseguiu ir à cerimônia, mas Samires foi ao estabelecimento comercial da avó, com a beca da formatura, e um cartaz de agradecimento em que dizia: ¨Vovó, graças às suas coxinhas de R$ 1,00, formei. ¨ A cena foi registrada e comoveu os que acompanharam de perto o esforço de ambas no período em que Samires estava na faculdade. Na homenagem, a jovem disse que os seus pilares foram a mãe e a avó, e que dedicou seu diploma às duas. A superação da jovem e o apoio que recebeu da avó são grandes exemplos para todos nós. Que Samires seja muito bem-sucedida em sua carreira!
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¨A solitária de 102 anos que começou a pintar aos 85 anos¨
Agora com 102, Smith disse que foi uma mistura de solidão e liberdade recém descoberta que lhe deu a coragem de começar a perseguir sua paixão após a morta de seu marido. ¨Tudo o que eu queria fazer era pintar¨ disse ela. ¨Eu nunca fiz muito antes disso porque ele (marido) era muito crítico. ¨ ¨Levei um tempo, mas de repente percebi que é adorável estar livre de tudo. ¨ Você pode dizer o que quiser pode fazer o que quiser e pode pensar o que quiser. ¨ Alguns dos trabalhos mais recentes de Smith, que variam de arte abstrata colorida a peças de paisagem, serão exibidos em uma exposição em seu centro comunitário local para idosos em Eaton, no sudoeste da Austrália Ocidental. Ela disse que organizar a exposição foi muito trabalhoso, mas não está ansiosa pela atenção. ¨Não estou muito feliz em conhecer pessoas e falar sobre minhas próprias coisas, ¨ disse Smith. Todas as suas pinturas são orgânicas, com muito pouco planejamento envolvido. ¨Eu sei que alguns artistas têm muito medo de uma tela em branco, ¨ disse ela. ¨Quando vejo uma tela em branco simplesmente adoro, e posso sentar e olhar para ela, e a imagem vem da tela. ¨ DIGA SIM À VIDA: A Sra. Smith passa a maior parte do tempo pintando em seu estúdio nos fundos de sua casa. Muitas vezes perguntam-lhe como ela se mantem em forma e saudável na idade dela, mas ela disse que realmente não tem segredo. Em vez disso, o conselho dela é tentar qualquer coisa, como pintar nos seus últimos anos. ¨Ás vezes, na vida, você acha que deveria fazer algo mudar, casar e ter outro filho¨, disse ela. ¨Sempre quando eu tenho esse sentimento de vou? A resposta é sim.
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¨Estudantes da USP Ribeirão Preto auxiliam 100 famílias em ação contra Covid¨
Estudantes da USP Ribeirão Preto (SP) criaram um projeto de Extensão Solidária com atividade que envolvem a comunidade fora do Campus Universitário. Durante a pandemia, o grupo entregou mais de 200 kits de limpeza e de prevenção contra a covid-19 para mais de 100 famílias nos bairros Parque Ribeirão e Jardim Progresso e coletou dados dos moradores para mensurar as demandas da comunidade para iniciativas futuras. Chamada ¨CORONAVÍRUS não entra em casa¨, a ação foi realizada nos finais de semana nos meses de abril e julho. ¨A comunidade abraçou muito bem a iniciativa, inclusive as famílias que destacaram suas necessidades, e as crianças, que sentiram a falta das atividades presenciais¨, conta Giovanna Lopes de Souza, 19 anos, estudante do 3 ano de administração na FEARP-USP. Giovanna e outros 17 alunos dos cursos de administração (FEARP), enfermagem (EERP), Terapia Ocupacional (FMRP) e Psicologia (FFCLRP), todos do campus da USP Ribeirão Preto, fazem parte do grupo de Extensão Solidária, que conta ainda com cerca de 100 voluntários, entre alunos e ex-alunos, que atuam esporadicamente em algumas ações e atividades do projeto. ¨ A ação foi feita pensando nas dificuldades enfrentadas pelas famílias das comunidades que passaram a ser as mais afetadas no período pandêmico¨ conta a estudante. ¨Poder ajudar essas pessoas não só com as doações, que são de extrema importância, como também doando nosso tempo para escutar as crianças, e mostrar um pouco do que aprendemos na universidade por meio de brincadeiras, atividades e oficinas, é um grande aprendizado. ¨ Cada kit de limpeza e prevenção contra a Covid contém 1 água sanitária de 1 litro, 4 máscaras, 2 sabonetes em barra (90g), 1 álcool em gel (500ml) ou spray higienizador (100ml), 1 álcool líquido (200ml) e 1 flanela de limpeza. Ao todo foram distribuídos 240 kits. Os recursos utilizados na ação foram obtidos por meio do Edital do Empreendedorismo Social da PRCEU (Pró Reitoria de Cultura e Extensão Universitária), que contemplou o projeto em 2019. CESTAS BÁSICAS: Para o segundo semestre, o grupo planeja se organizar para realizar a entrega de cestas básicas para as famílias que sinalizaram dificuldade durante a ação ¨Corona vírus não entra em casa¨, ¨ e buscaremos parcerias e ações de arrecadação de fundos para realizar mais uma ação especial no dia das crianças, ¨ conta Giovanna. Antes da pandemia, o projeto mantinha suas atividades aos domingos nas comunidades do Parque Ribeirão, dentro do Centro Social Marista que sedia o espaço para as atividades cujos temas eram inspirados nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU.
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¨Idoso se forma aos 73 anos em Agronomia na UPF: ¨Nunca é tarde¨
¨Agora, sempre que você achar que está muito tarde para começar algo novo, vai se lembrar do senhor Danilo. Aos 73 anos, ele acaba de colar grau e é o mais novo agrônomo formado pela UPF¨. Foi com estas palavras que a Universidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, homenageou seu novo formando, o Engenheiro Mecânico aposentado, conhecido em sala de aula como ¨seu Danilo¨. O idoso cursou Agronomia em busca da realização de um sonho antigo. ¨E ele se saiu super bem. Participou de todas as aulas, viagens de estudos, fez estágio, aprendeu com os colegas mais jovens a usar o WhatsApp e também ensinou muito¨, disse a UPF. E ele disse que não pretende parar. ¨Formado agora seu Danilo pretende se dedicar ao cultivo de erva-mate na propriedade que tem no município de Áurea. E lá, ele deve dar continuidade a trajetória acadêmica investindo em estudos para qualificar sua produção. Estamos muito orgulhosos do senhor, seu Danilo¨¨, continuou a Universidade. Seu Danilo, o senhor é inspiração para todos nós! Parabéns!
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¨Eletricista arrecada R$ 542 mil, junta amigos e reforma casa de vovó, que estava em ruinas¨
John Kinney é um eletricista que vive em Woburn, Massachusetts, nos Estados Unidos. Por muito tempo, o seu trabalho não tinha um significado tão especial, era apenas uma tarefa que cumpria todos os dias, até o momento em que aconteceu Gloria Scott, uma senhora de 72 anos. De acordo com entrevista concedida a CNN, Gloria ligou para ele para que arrumasse um problema em sua casa. Segundo ela, fagulhas estavam saindo de uma de suas luminárias. Lá, no entanto, ele percebeu que a situação era muito mais grave do que pensava. Na casa, havia danos extensos no encanamento, buracos no teto e problemas na pia da cozinha. Além disso, ela não tinha água corrente própria para consumo e até mesmo guaxinins estavam entrando na casa. Para que ficasse boa novamente, a casa precisava de uma grande reforma, mas Gloria disse a John que morava sozinha e não tinha condições de pagar por todos os reparos. A fala da senhora tocou o coração do eletricista, que sabia que ela estava em perigo. Ele foi embora, mas não conseguiu deixar de pensar na situação de Gloria, então decidiu que faria alguma coisa para ajudá-la, pois sabia que ela precisava, mas não lhe pediria. Então, na segunda-feira seguinte, ele pegou suas ferramentas, foi para a casa da senhora e começou a trabalhar de graça. Depois de um tempo, ele pediu ajuda de alguns amigos, mas sabia que precisaria de mais recursos. Então, ele criou uma página de arrecadação de fundos on-line chamada ¨Boa senhora precisa de ajuda¨ A resposta das pessoas foi muita rápida. Em pouco tempo, John conseguiu arrecadar mais de 100 mil dólares, equivalentes a mais de 542 mil reais. O dinheiro foi usado para pagar os profissionais qualificados e os materiais necessários. Muitos voluntários também apareceram e suprimentos foram doados. Além disso, alguns restaurantes da região ajudaram, oferecendo refeições aos envolvidos na obra. John disse que tanta gente junta na casa de Gloria foi uma grande mudança para ela, mas que a senhora se manteve muito receptiva e aparentava estar bastante feliz com todos os novos amigos, e que cozinhava e brincava com todos eles. O eletricista chamou a nova realidade da idosa de ¨milagre¨. A obra durou pouco mais de um mês. Foi instalado um novo sistema elétrico, de encanamento, além de novo telhado, janelas, isolamento e pintura completa. Os trabalhadores também fizeram uma nova varanda nos fundos da casa e colocaram grama no quintal. A iniciativa tomou um caminho ainda mais especial. As pessoas que trabalharam na reforma da casa de Gloria se juntaram em grupo chamado Gloria’s Gladiators (Gladiadores da Gloria, em tradução literal). Eles agora se juntam para ajudar outros idosos sozinhos que estiveram precisando de reformas. Eles fizeram um grupo no Facebook, que já conta com mais de 18 mil membros. John disse à CNN que ¨filiais¨ começam a surgir em todo o país para ajudar outros idosos necessitados. Ele ainda disse que o propósito do grupo é ¨fazer com que toda a comunidade seja gladiadora e lute por pessoas que não podem lutar por si mesmas¨. Sobre Gloria, o eletricista disse que construiu um vínculo eterno com ela, e que faz parte de sua vida.
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¨Senhor de 89 anos tem ato de generosidade e doa todas as suas economias para construir uma creche¨
Sem herdeiros, o gesto desse senhor foi um lindo ato de generosidade. O local foi construído em homenagem à sua mulher! Existem pessoas cujo altruísmo tem altos níveis. Elas são capazes de transformar a vida de muitas outras. Quando alguém consegue, com suas atitudes, acrescentar algo de bom ao próximo, essa corrente dura pela eternidade. Quem compartilha bondade recebe amor e respeito de volta. Almas nobres e puras enxergam a vida de forma diferente. O valor não está no dinheiro, e sim nas atitudes. Para elas, ajudar o próximo não é visto como uma obrigação, mas como um traço de felicidade. Temos muitos exemplos de pessoas que passam a vida trabalhando para juntar seu dinheiro e realizar um sonho, mas poucas são destemidas e generosas a ponto de usar tudo o que juntaram para melhorar as condições alheias. Foi o que esse senhor de 89 anos fez. Sua atitude foi extremamente generosa e aqueceu corações. Ele decidiu doar suas economias de uma vida inteira para construir uma creche na pequena cidade espanhola em que reside. Conhecido popularmente como Tio Jesús, o idoso não mediu esforços para que seu desejo fosse realizado. Jesús Vicente Diaz ficará marcado para sempre na história da cidade. Ele doou 80 mil euros, o que é equivalente a mais de 490 mil reais para que a escola fosse criada. Essa alta quantia possibilitou a construção da creche, que leva o nome de sua esposa falecida Sabina, com quem viveu por 60 anos. De acordo com as informações do Greem Me, a publicação do Facebook da organização governamental da cidade de Piornal foi um marco na história. Foi uma linda forma de Tio Jesús homenagear a memória de sua esposa, fazendo algo de útil para toda a comunidade. O valor doado representa a economia de Jesús. Ele foi trabalhador rural e, por não possuir herdeiros, resolveu doar tudo para ajudar as crianças de sua cidade. Em sinal de profundo respeito e gratidão, a Câmara Municipal o homenageou, colocando seu nome ao lado do de sua esposa na nova escola, que passou a chamar Escola Infantil Jesús e Sabina. Uma placa foi instalada na parede com uma fotografia dos dois, com um breve resumo sobre a doação. Esse centro, além de hospedar crianças, gerou empregos para a cidade, melhorando o entorno e a vida de centenas de pessoas!
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